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19/08/2009 Amigos uma feliz semana!!!!O Ambiente Natural À porção seca chamou Deus Terra e ao ajuntamento das águas, mares. E viu Deus que isso era bom. Gênesis 1:10 Pai e Filho empenharam-Se na grandiosa, poderosa obra que tinham planejado – a criação do mundo. A Terra saiu das mãos de seu Criador extraordinariamente bela. Havia montanhas, colinas e planícies, entrecortadas por rios e lagos. A Terra não era uma extensa planície. A monotonia do cenário era quebrada por montanhas e colinas, não altas e abruptas como hoje são, mas de formas regulares e belas. As rochas altas e desnudas não podiam ser vistas sobre ela, mas estavam debaixo da superfície, correspondendo aos ossos da Terra. As águas estavam distribuídas regularmente. As montanhas, as colinas e as belíssimas planícies eram adornadas com plantas, flores e altas e majestosas árvores de toda espécie, muitas vezes maiores e mais belas do que são agora. O ar era puro e saudável, e a Terra parecia um nobre palácio. Depois que a Terra foi criada, com sua vida animal, o Pai e o Filho levaram a cabo Seu propósito, planejado antes da queda de Satanás, de fazer o homem à Sua própria imagem. Eles tinham atuado juntos na criação da Terra e de cada ser vivente sobre ela. E agora, disse Deus a Seu Filho: “Façamos o homem à Nossa imagem” (Gn 1:26). Ao sair Adão das mãos do Criador, era de nobre estatura e perfeita simetria. Tinha mais de duas vezes o tamanho dos homens que hoje vivem sobre a Terra, e era bem-proporcionado. Suas formas eram perfeitas e cheias de beleza. Sua pele não era branca ou pálida, mas rosada, reluzindo com a rica coloração da saúde. Eva não era tão alta quanto Adão. Sua cabeça alcançava pouco acima dos seus ombros. Ela, também, era nobre, perfeita em simetria e cheia de beleza. Esse casal, que não tinha pecados, não fazia uso de vestes artificiais. Estavam revestidos de uma cobertura de luz e glória, tal como a usam os anjos. Enquanto viveram em obediência a Deus, essa veste de luz continuou a envolvê-los. Embora todas as coisas que Deus criou fossem belas e perfeitas, e aparentemente nada faltasse sobre a Terra criada para fazer Adão e Eva felizes, ainda manifestou Seu grande amor plantando para eles um jardim especial. Esse belo jardim devia ser o seu lar, sua residência especial (ST, 9/1/1897).
O Mundo de Adão e Eva Também disse Deus: Façamos o homem à Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. Gênesis 1:26 Enquanto permanecessem fiéis a Deus, Adão e sua companheira deveriam exercer governo sobre a Terra. Foi lhes dado domínio ilimitado sobre todo ser vivente. O leão e o cordeiro brincavam pacificamente em redor deles, ou se deitavam aos seus pés. Os felizes pássaros esvoaçavam ao seu redor, sem temor; e, ao elevarem seus alegres cantos em louvor ao Criador, Adão e Eva uniam-se a eles em ações de graças ao Pai e ao Filho. O santo par não era apenas filhos sob o cuidado paternal de Deus, mas estudantes a receberem instrução do sábio Criador. Eram visitados pelos anjos, e lhe era concedida comunhão com seu Criador, sem nenhum véu protetor de separação. Estavam cheios do vigor comunicado pela árvore da vida, e sua capacidade intelectual era apenas pouco menor do que a dos anjos. Os mistérios do Universo visível, conferiam-lhes uma fonte inesgotável de instrução e deleite. As leis e operações da natureza, que têm incitado o estudo dos homens durante seis mil anos, estavam-lhes abertas à mente pelo infinito Construtor e Mantenedor de tudo. Entretinham conversa com a folha, com a flor e a árvore, aprendendo de cada uma os segredos de sua vida. Com cada criatura vivente, desde o poderoso leviatã que folga entre as águas, até o minúsculo inseto que flutua no raio solar, era Adão familiar. Havia dado a cada um o seu nome, e conhecia a natureza e hábitos de todos. A glória de Deus nos Céus, os mundos inumeráveis em suas ordenadas revoluções, “o equilíbrio das grossas nuvens” (Jó 37:16), os mistérios da luz e do som, do dia e da noite, tudo estava patente ao estudo de nossos primeiros pais. Em cada folha na floresta, ou pedra nas montanhas, em cada estrela brilhante, na terra, no ar, e no céu, estava escrito o nome de Deus. A ordem e harmonia da criação falavam-lhes de sabedoria e poder infinitos. Estavam sempre a descobrir alguma atração que lhes enchia o coração de mais profundo amor, e provocava novas expressões de gratidão (PP, p. 50, 51).
A Natureza Revela a Glória de Deus E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a Terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela Terra. Gênesis 1:28 O santo par olhava à natureza como um quadro de incomparável beleza. A terra marrom achava-se revestida de um tapete de vivo verdor, esmaltado por infinita variedade de flores aptas a se propagarem e se perpetuarem. Arbustos, flores e trepadeiras regalavam os sentidos com sua beleza e fragrância. As muitas variedades de árvores altaneiras achavam-se carregadas de frutos de toda espécie, e de delicioso sabor, adaptados para agradar o gosto e suprir as necessidades do feliz casal Adão e Eva. Deus proveu este lar do Éden para nossos primeiros pais, dando-lhes evidências inconfundíveis de Seu grande amor e cuidado por eles. Adão foi coroado rei no Éden. A ele fora dado domínio sobre toda coisa viva que Deus havia criado. O Senhor abençoou Adão e Eva com inteligência, como não havia dado a qualquer outra criatura. Ele tornou Adão o legítimo soberano de todas as obras de Suas mãos. Adão e Eva podiam divisar a habilidade e a glória de Deus em cada haste de grama, arbusto e flor. A beleza natural que os envolvia refletia-se como um espelho de sabedoria, excelência e amor do seu Pai celestial. Seus cânticos de afeição e louvor subiam ao Céu suave e reverentemente, em harmonia com os suaves cânticos dos elevados anjos, e com a passarada feliz que gorjeava despreocupadamente suas músicas. Não havia doença, decrepitude, nem morte. O Senhor sabia que Adão não podia ser feliz sem o trabalho; portanto, deu-lhe a agradável ocupação de cuidar do jardim. À medida que ele cuidava das coisas bonitas e úteis ao seu redor, podia ver a bondade e a glória de Deus em Suas obras criadas. Adão tinha temas a contemplar nas obras de Deus no Éden, que era uma miniatura do Céu. Deus não formou o homem meramente para contemplar Suas obras gloriosas; porém, deu-lhe mãos para trabalhar, bem como mente e coração para contemplar. Se a felicidade do homem consistisse em não fazer nada, o Criador não teria apontado o trabalho para Adão. O homem deveria encontrar felicidade no trabalho e também na meditação (RH, 24/2/1874).
O Trabalho Como Fonte de Alegria Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. Gênesis 2:15 Deus pôs o homem sob a lei, como condição indispensável de sua própria existência. Ele era um súdito do governo divino, e não pode haver governo sem lei. Deus poderia ter criado o homem sem a faculdade de transgredir a Sua lei; poderia ter privado a mão de Adão de tocar no fruto proibido; neste caso, porém, o homem teria sido, não uma entidade moral, livre, mas um simples autômato. Sem liberdade de opção, sua obediência não teria sido voluntária, mas forçada. Não poderia haver desenvolvimento de caráter. Tal maneira de agir seria contrária ao plano de Deus ao tratar Ele com os habitantes de outros mundos. Seria indigna do homem como um ser inteligente, e teria apoiado a acusação, feita por Satanás, de governo arbitrário por parte de Deus. O lar de nossos primeiros pais deveria ser um modelo para outros lares, ao saírem seus filhos para ocuparem a Terra. Aquele lar, embelezado pela mão do próprio Deus, não era um suntuoso palácio. Os homens, em seu orgulho, deleitam-se com edifícios magnificentes e custosos, e gloriam-se com as obras de suas mãos; mas Deus colocou Adão em um jardim. Esta era a sua morada. O céu azul era a sua cúpula; a terra, com suas delicadas flores e tapete de relva viva, era o seu pavimento; e os ramos folhudos das formosas árvores eram o seu teto. De suas paredes pendiam os mais magnificentes adornos – obra do grande e magistral Artífice. No ambiente em que vivia o santo par havia uma lição para todos os tempos, a lição de que a verdadeira felicidade é encontrada, não na satisfação do orgulho e luxo, mas na comunhão com Deus mediante Suas obras criadas. Se os homens dessem menos atenção às coisas artificiais, e cultivassem maior simplicidade, estariam em muito melhores condições de corresponderem com o propósito de Deus em Sua criação. Aos moradores do Éden foi confiado o cuidado do jardim, “para o lavrar e o guardar”. Sua ocupação não era cansativa, antes agradável e revigoradora. Deus indicou o trabalho como uma bênção para o homem, a fim de ocupar-lhe o espírito, fortalecer o corpo e desenvolver as faculdades (PP, p. 49, 50).
O Resultado do Trabalho As árvores do campo darão o seu fruto, e a Terra dará a sua novidade, e estarão seguras na sua terra; e saberão que Eu sou o Senhor, quando Eu quebrar as varas do seu jugo e as livrar das mãos dos que as escravizavam. Ezequiel 34:27 É necessário muito mais amplo conhecimento acerca da preparação do terreno. Não há suficiente largueza de visão no tocante ao que se pode obter da terra. Segue-se uma rotina estreita e invariável, com resultados desalentadores (FEC, p. 317). Empregue-se a capacidade já educada a idear melhores métodos de trabalho. Isto é o que o Senhor deseja. É necessário inteligência e esmerada aptidão para idealizar os melhores métodos na agricultura, na construção ou em qualquer outro ramo, a fim de que o obreiro não trabalhe em vão. O Deus que fez o mundo para benefício do homem proverá da terra recursos para sustentar o trabalhador diligente. A semente lançada no solo devidamente preparado produzirá seu resultado. Deus pode preparar uma mesa para Seu povo no deserto. Há muitas queixas acerca da improdutividade do solo; entretanto, se os homens lessem as Escrituras do Antigo Testamento, veriam que o Senhor conhece muito melhor do que eles o que se refere ao apropriado cultivo da terra. Depois de haver cultivado durante vários anos certas porções do terreno e de haver obtido seus tesouros, se deve conceder-lhes descanso. A terra tem seus tesouros escondidos, e o Senhor gostaria de ter trabalhando o solo milhares e dezenas de milhares que estão aglomerados nas cidades à espera de uma oportunidade para ganhar uma bagatela. Deve-se fazer com que a terra dê sua força; mas, sem a bênção de Deus, ela nada poderia fazer. No princípio, Deus contemplou tudo quanto fizera e disse que era muito bom. A Terra foi amaldiçoada em conseqüência do pecado. Mas será essa maldição multiplicada pelo aumento do pecado? A ignorância está realizando sua obra funesta. Servos indolentes estão aumentando o mal por meio de seus hábitos ociosos. Mas nas profundezas da Terra há bênçãos ocultas para os que têm coragem, disposição e perseverança para ajuntar seus tesouros (FEC, p. 315, 316, 319, 323, 326).
Trabalho e Estudo Eis que os Céus e os céus dos Céus são do Senhor, teu Deus, a Terra e tudo o que nela há. Deuteronômio 10:14 Em si mesma a beleza da natureza afasta a mente do pecado e das atrações mundanas, e a leva à pureza, à paz, e a Deus. Por essa razão, o cultivo do terreno é bom trabalho para as crianças e os jovens. Leva-os ao contato direto com a natureza e com o Deus da natureza. E, para que possam ter essa vantagem, deve haver, tanto quanto possível, em conexão com nossas escolas, grandes jardins e vastas terras para cultura (CPPE, p. 186, 187). Na escola que aqui é iniciada em Cooranbong [Austrália], procuramos ter verdadeiro êxito nos ramos agrícolas, combinados com um estudo das ciências. Pretendemos que este lugar seja um centro, do qual irradie a luz, precioso conhecimento avançado que resulte em serem trabalhadas terras incultas, de modo que montanhas e vales floresçam como a rosa. Tanto para as crianças como para os homens, o trabalho combinado com o esforço mental darão a espécie certa de educação completa. O cultivo da mente trará tato e novos incentivos para o cultivo do solo (TM, p. 244). Bem, a escola fez um excelente começo. Os alunos estão aprendendo a plantar árvores, morangos, etc.; a conservar cada pedacinho e fibra das raízes desembaraçadas para lhes dar oportunidade de crescerem. Não é essa uma lição muito preciosa sobre a maneira de tratar a mente humana, bem como o corpo? Não embaraçar nenhum dos órgãos do corpo, mas lhes dar plena condição para desempenhar o seu trabalho? Devemos trabalhar no solo com alegria, esperança e gratidão, crendo que a terra conserva em seu seio ricas provisões para o fiel obreiro entesourar, mais ricas que ouro ou prata. Com um cultivo próprio e inteligente, cederá a terra seus tesouros para o benefício do homem. O cultivo de nossas terras requer o exercício de todas as energias do cérebro e tato que possuímos. As terras ao nosso redor testificam da indolência do homem. Esperamos despertar para a ação os sentidos adormecidos. Esperamos ver fazendeiros inteligentes, que sejam recompensados por seu ardoroso labor. A mão e o coração devem cooperar, pondo em ação planos novos e sensatos no cultivo do solo (TM, p. 242-244).
Trabalho Promove a Felicidade E nos afadigamos, trabalhando com as nossas próprias mãos. Quando somos injuriados, bendizemos; quando perseguidos, suportamos. 1 Coríntios 4:12 Na criação, o trabalho foi designado como uma bênção. Significava desenvolvimento, poder, felicidade. A mudada condição da Terra em virtude da maldição do pecado acarretou uma mudança nas condições de trabalho; contudo, apesar de efetuado hoje com ansiedade, cansaço e dor, é ainda uma fonte de felicidade e desenvolvimento. Outrossim, é uma salvaguarda contra a tentação. Sua disciplina opõe uma barreira à condescendência própria, e promove indústria, pureza e firmeza. Assim, torna-se parte do grande plano de Deus para que sejamos recuperados da queda. Em nosso trabalho devemos ser coobreiros de Deus. Ele nos dá a terra e seus tesouros; nós, porém, devemos adaptá-los a nosso uso e conforto. Ele faz com que as árvores cresçam, mas nós preparamos a madeira e construímos a casa. Ele ocultou na terra o ouro e a prata, o ferro e o carvão; todavia, é mediante o trabalho, apenas, que podemos obtê-los. Mostrem-lhes que, ao mesmo tempo em que Deus criou todas as coisas e constantemente as dirige, dotou-nos Ele de um poder não totalmente diferente do Seu. Foi-nos dado até certo ponto o domínio sobre as forças da natureza. Assim como Deus do caos evocou a Terra em sua beleza, também nós podemos da confusão produzir ordem e beleza. E posto que todas as coisas estejam hoje desfiguradas pelo mal, contudo em nossos trabalhos acabados sentimos uma alegria idêntica à dEle, quando, olhando para o lindo mundo, o pronunciou “muito bom” (Gn 1:31). Em regra, o exercício mais proveitoso aos jovens será encontrado nas ocupações úteis. A criancinha encontra no brinquedo tanto distração como desenvolvimento; e suas brincadeiras devem ser tais que promovam não somente o crescimento físico, mas também o mental e espiritual. Ao adquirir força e inteligência, se encontrará o melhor recreio para ela em alguma espécie de esforços que sejam úteis. Aquilo que treina as mãos para a utilidade, e ensina o jovem a encarar com a sua participação nos encargos da vida, é o mais eficaz na promoção do crescimento do espírito e do caráter (Ed, p. 214, 215).
Trabalho e Desenvolvimento Porque a Terra que absorve a chuva que freqüentemente cai sobre ela e produz erva útil para aqueles por quem é também cultivada recebe bênção da parte de Deus; mas, se produz espinhos e abrolhos, é rejeitada e perto está da maldição; e o seu fim é ser queimada. Hebreus 6:7, 8 Aos jovens precisa ser ensinado que a vida significa trabalho diligente, responsabilidade, cuidados. Precisam de um preparo que os torne práticos, a saber, homens e mulheres que possam fazer face às emergências. Deve lhes ser ensinado que a disciplina do trabalho sistemático, bem regulado, é essencial, não unicamente como salvaguarda contra as dificuldades da vida, mas também como auxílio para o desenvolvimento completo. Apesar de tudo quanto se tem dito ou escrito acerca da dignidade do trabalho, prevalece a idéia de que ele é degradante. Os jovens estão ansiosos por se tornarem professores, escriturários, negociantes, médicos, advogados, ou ocupar alguma outra posição que não exija o trabalho físico. As moças fogem do trabalho doméstico, e procuram uma educação em outros ramos. Necessitam aprender que nenhum homem ou mulher se degrada pelo trabalho honesto. O que degrada é a ociosidade e egoísta dependência. A ociosidade favorece a condescendência própria, e o resultado é uma vida vazia. Leiam acerca dos “filhos dos profetas” (2Rs 6:1-7), estudantes em uma escola, os quais estavam construindo uma casa para si, e para quem foi operado um milagre a fim de se salvar da perda o machado que fora tomado emprestado. Leiam acerca de Jesus, carpinteiro, e Paulo, fabricante de tendas, que ao trabalho de seu ofício ligaram o mais elevado ministério, humano e divino. Leiam acerca daquele rapaz, cujos cinco pães foram usados pelo Salvador, naquele maravilhoso milagre de alimentar a multidão; acerca de Dorcas, a costureira, ressuscitada para que pudesse continuar a fazer roupas para os pobres; acerca da mulher sábia descrita no livro dos Provérbios, a qual “busca lã e linho e trabalha de boa vontade com as suas mãos, dá mantimento à sua casa e a tarefa às suas servas, planta uma vinha, e fortalece os braços, abre a mão ao aflito, [...] ao necessitado estende as mãos, olha pelo governo de sua casa e não come o pão da preguiça” (Pv 31:13, 15-17, 20, 27) (Ed, p. 215-217).
O Grande Livro da Natureza Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o Céu e a Terra. Salmo 121:1, 2 Certa vez, tive o prazer de contemplar um belo pôr-do-sol no Colorado. O grande Artista havia exposto na tela móvel dos céus, para o beneficio de todos, tanto ricos como pobres, uma de Suas mais lindas pinturas. Quase parecia que os portões do Céu estavam entreabertos e que podíamos ver as belezas que haviam lá dentro. Oh! pensei, à medida que pessoa após outra passava sem notar aquela cena, se ela tivesse sido pintada por mãos humanas, quantos estariam prontos para se prostrar e adorá-la! Deus ama o belo. E, acima de tudo que é exteriormente atraente, ama a beleza de caráter; deseja que cultivemos a pureza e a simplicidade, as silenciosas graças das flores. Pais, que tipo de educação estão vocês dando aos seus filhos? Estão vocês ensinando-os a apreciar o que é puro e amável, ou estão vocês buscando colocar as mãos deles naquilo que é do mundo? Estão vocês gastando tempo e bens para que possam aprender as propriedades da vida exterior, e obter os adornos superficiais e ilusórios do mundo? Desde sua mais tenra infância, abram diante deles o grande livro da natureza. Ensinem-lhes o ministério das flores. Mostrem-lhes que, se Jesus não tivesse vindo à Terra e morrido, não teríamos as coisas belas que agora desfrutamos. Chamem a atenção deles para o fato de que a cor e mesmo o arranjo de cada delicado botão de flor é uma expressão do amor de Deus pelos seres humanos, e que afeição e gratidão ao Pai Celestial devem ser despertadas em seu coração por todas essas dádivas. Jesus, o mais importante Mestre que o mundo já conheceu, tirou as mais valiosas ilustrações de verdade das cenas da natureza. Pais, imitem Seu exemplo, e usem as coisas que encantam os sentidos para imprimir importantes verdades sobre a mente de seus filhos. Saiam de manhã e permitam que seus filhos ouçam os passarinhos gorjeando canções de louvor. Ensinem-lhes que nós também devemos expressar gratidão ao generoso Doador de tudo pelas bênçãos que recebemos diariamente. Ensinem-lhes que não é o adorno que faz o homem ou a mulher, mas a verdadeira bondade do coração (RH, 27/10/1885).
Jesus é nosso Salvador!!!!! Nele confio!!!!O Grande Livro da Natureza Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o Céu e a Terra. Salmo 121:1, 2 Certa vez, tive o prazer de contemplar um belo pôr-do-sol no Colorado. O grande Artista havia exposto na tela móvel dos céus, para o beneficio de todos, tanto ricos como pobres, uma de Suas mais lindas pinturas. Quase parecia que os portões do Céu estavam entreabertos e que podíamos ver as belezas que haviam lá dentro. Oh! pensei, à medida que pessoa após outra passava sem notar aquela cena, se ela tivesse sido pintada por mãos humanas, quantos estariam prontos para se prostrar e adorá-la! Deus ama o belo. E, acima de tudo que é exteriormente atraente, ama a beleza de caráter; deseja que cultivemos a pureza e a simplicidade, as silenciosas graças das flores. Pais, que tipo de educação estão vocês dando aos seus filhos? Estão vocês ensinando-os a apreciar o que é puro e amável, ou estão vocês buscando colocar as mãos deles naquilo que é do mundo? Estão vocês gastando tempo e bens para que possam aprender as propriedades da vida exterior, e obter os adornos superficiais e ilusórios do mundo? Desde sua mais tenra infância, abram diante deles o grande livro da natureza. Ensinem-lhes o ministério das flores. Mostrem-lhes que, se Jesus não tivesse vindo à Terra e morrido, não teríamos as coisas belas que agora desfrutamos. Chamem a atenção deles para o fato de que a cor e mesmo o arranjo de cada delicado botão de flor é uma expressão do amor de Deus pelos seres humanos, e que afeição e gratidão ao Pai Celestial devem ser despertadas em seu coração por todas essas dádivas. Jesus, o mais importante Mestre que o mundo já conheceu, tirou as mais valiosas ilustrações de verdade das cenas da natureza. Pais, imitem Seu exemplo, e usem as coisas que encantam os sentidos para imprimir importantes verdades sobre a mente de seus filhos. Saiam de manhã e permitam que seus filhos ouçam os passarinhos gorjeando canções de louvor. Ensinem-lhes que nós também devemos expressar gratidão ao generoso Doador de tudo pelas bênçãos que recebemos diariamente. Ensinem-lhes que não é o adorno que faz o homem ou a mulher, mas a verdadeira bondade do coração.
Expressão do Amor de Deus Que é o homem, que dele Te lembres e o filho do homem, que o visites? Fizeste-o, no entanto, por um pouco, menor do que Deus e de glória e de honra o coroaste. Salmo 8:4, 5 Nosso amável Pai celestial deseja que Seus filhos confiem nEle assim como uma criança confia em seu pai terrestre. Mas quão freqüentemente vemos pobres, fracos mortais sobrecarregando-se com cuidados e perplexidades que Deus jamais intentou que carregassem. Eles reverteram a ordem; estão buscando o mundo primeiro, e o reino do Céu em segundo lugar. Se até mesmo o pequeno pardal, que não tem preocupação quanto às necessidades futuras, é cuidado, por que deveria o tempo e a atenção dos seres humanos, que são feitos à imagem de Deus, ser completamente absorvidos com essas coisas? Deus nos deu toda evidência de Seu amor e cuidado, e ainda assim quão freqüentemente falhamos em discernir a mão divina em nossas múltiplas bênçãos. Cada faculdade do nosso ser, cada fôlego que tomamos, cada conforto que desfrutamos, vêem dEle. Cada vez que nos reunimos em volta da mesa da família para participar da refeição devemos nos lembrar de que tudo isto é uma expressão do amor de Deus. Deveríamos nós tomar a dádiva, e negar o Doador? Quando Adão e Eva foram colocados em seu lar edênico, tinham tudo que um Criador benevolente pudesse lhes dar para somar ao seu conforto e felicidade. Mas se aventuraram a desobedecer a Deus e foram, portanto, expulsos de seu agradável lar. Foi então que o grande amor de Deus nos foi expresso em uma dádiva, o Seu amado Filho. Se nossos primeiros pais não tivessem aceitado a dádiva, hoje a raça humana estaria em desesperadora miséria. Mas quão alegremente aclamaram a promessa do Messias. Apesar de a maldição ter sido pronunciada sobre a terra e ela posteriormente produzir espinhos e cardos, existe uma flor sobre o cardo. Este mundo não é todo tristezas e misérias. O grande livro divino da natureza acha-se aberto ao nosso estudo, e dele temos de tirar idéias mais elevadas de Sua grandeza e Seu inexcedível amor e glória.
O Poder de Deus na Natureza Quem mediu com o seu punho as águas, e tomou a medida dos Céus aos palmos, e recolheu em uma medida o pó da Terra, e pesou os montes e os outeiros em balanças? Isaías 40:12 Diz o salmista: “Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das Suas mãos. Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite. Sem linguagem, sem fala, ouvem-se as suas vozes” (Sl 19:1-3). Podem alguns supor que essas grandes coisas do mundo natural sejam Deus. Não são Deus. Todas essas maravilhas nos céus estão apenas fazendo a obra que lhes é designada. São instrumentos do Senhor. Deus é o superintendente, assim como Criador, de todas as coisas. O Ser Divino empenha-Se em manter as coisas por Ele criadas. A própria mão que sustenta as montanhas e as mantém em posição, guia os mundos em sua misteriosa marcha em volta do Sol. Dificilmente se encontra uma operação da natureza à qual a Palavra de Deus não faça referência. A Palavra declara que Deus “faz que o Seu Sol se levante” (Mt 5:45), e que a chuva caia. Ele “faz brotar nos montes a erva” (Sl 147:8). Ele “dá a neve como lã e esparge a geada como cinza; lança o seu gelo em pedaços. Manda a Sua palavra, e os faz derreter; faz soprar o vento, e correm as águas” (v. 16-18). “Faz os relâmpagos para a chuva; tira os ventos dos seus tesouros” (Sl 135:7). Essas palavras da Santa Escritura nada dizem de leis da natureza independentes. Deus fornece a matéria e as propriedades com as quais executar Seus planos. Emprega Seus instrumentos para que a vegetação cresça. Manda o orvalho e a chuva e o sol, para que a relva germine e estenda sobre a terra seu tapete verde; para que os arbustos e as árvores frutíferas desabrochem os botões e produzam. Não se pode supor que seja posta em ação uma lei para que a semente opere por si mesma, e a folha apareça porque isso tenha que fazer por si mesma. Deus instituiu leis, mas estas são apenas servos pelos quais Ele efetua resultados. É pela imediata atuação de Deus que cada pequenina semente irrompe através da terra e surge para a vida. Cada folha cresce, cada flor desabrocha, pelo poder de Deus (ME1, p. 293, 294).
Beleza Natural Quem é que abre um canal para a chuva torrencial, e um caminho para a tempestade trovejante, para fazer chover na terra em que não vive nenhum homem, no deserto onde não há ninguém, para matar a sede do deserto árido e nele fazer brotar vegetação? Jó 38:25-27 Aquele que estabeleceu os fundamentos da Terra, que decorou os céus e colocou as estrelas em ordem; Aquele que vestiu a Terra com um tapete vivo, e o embelezou com flores encantadoras de toda cor e variedade, deseja que Seus filhos apreciem as Suas obras e se deleitem na singela e serena formosura com que adornou seu lar terrestre. Deus deseja que Seus filhos apreciem as Suas obras e se deleitem na singela e serena formosura com que adornou nosso lar terrestre. Cristo procurava desviar a atenção de Seus discípulos do artificial para o natural: “Se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pequena fé?” (Mt 6:30). Por que não atapetou nosso Pai celestial, a terra com marrom ou cinza? Ele escolheu a cor mais repousante, a mais adequada aos sentidos. Como alegra o coração e refrigera o espírito cansado olhar a terra revestida de vivo verdor! Sem essa cobertura, o ar ficaria cheio de pó, e o solo se assemelharia a um deserto. Cada haste de relva, cada botão a desabrochar e cada flor – tudo é um sinal do amor de Deus, e nos deveria ensinar uma lição de fé e confiança nEle. Cristo nos chama a atenção a sua natural beleza, e assegura-nos que os mais suntuosos trajes do maior dos reis que já empunharam um cetro terreno, não eram iguais aos da mais humilde flor. Eu lhe apresento Cristo e este crucificado. Dê a Ele os melhores sentimentos do seu coração. Dê a Ele seu intelecto; pois Lhe pertence. Dê a Ele o talento de seus recursos e influência; estes lhe foram apenas emprestados para serem aperfeiçoados. Não há salvação exceto a que vem através de Cristo. Ele veio à Terra para levantar o caído. Com Seu braço humano Ele abraça a humanidade, enquanto alcança o trono infinito com Seu braço divino, conectando assim os seres humanos finitos com o Deus infinito, e unindo a Terra ao Céu (RH, 27/10/1885)
Mensagens de Esperança Tu fazes rebentar fontes no vale, cujas águas correm entre os montes; dão de beber a todos os animais do campo; os jumentos selvagens matam a sua sede. Salmo 104:10, 11 A natureza e a Revelação, ambas dão testemunho do amor de Deus. Nosso Pai celeste é a fonte de vida, de sabedoria e de felicidade. Contemplem as belas e maravilhosas obras da natureza. Considerem a sua admirável adaptação às necessidades e à felicidade, não só do homem, mas de todas as criaturas viventes. O sol e a chuva, que alegram e refrigeram a terra; as colinas, e mares e planícies – tudo nos fala do amor de quem tudo criou. É Deus quem supre as necessidades cotidianas de todas as Suas criaturas, como tão belamente o exprime o salmista nestas palavras: “Os olhos de todos esperam em Ti, e Tu lhes dás o seu mantimento a seu tempo. Abres a mão e satisfazes os desejos de todos os viventes” (Sl 145:15, 16). Deus criou o homem perfeitamente santo e feliz; e a formosa Terra, ao sair das mãos do Criador, não apresentava nenhum vestígio de decadência ou sombra de maldição. Contudo, mesmo em meio dos sofrimentos que resultam do pecado, revela-se ainda o amor de Deus. Está escrito que Deus amaldiçoou a terra por causa do homem (Gn 3:17). Os espinhos e cardos – as dificuldades e provações que tornam a vida cheia de trabalhos e cuidados – foram designados para o seu bem, constituindo no plano de Deus uma parte da escola necessária para seu reerguimento da ruína e degradação que o pecado operou. O mundo, embora caído, não é todo tristeza e miséria. Na própria natureza há mensagens de esperança e conforto. Há flores sobre os cardos, e os espinhos acham-se cobertos de rosas. “Deus é amor” (1Jo 4:8), está escrito sobre cada botão que desabrocha, sobre cada haste de erva que brota. Os amáveis passarinhos, a encher de música o ar, com seus alegres trinos; as flores de delicados matizes, em sua perfeição, impregnando os ares de perfume; as altaneiras árvores da floresta, com sua luxuriante ramagem de um verde vivo – todos testificam da terna e paternal solicitude de nosso Deus, e de Seu desejo de tornar felizes os Seus filhos (CC, p. 9, 10).
Lições das Árvores Fazes crescer a relva para os animais e as plantas, para o serviço do homem, de sorte que da terra tire o seu pão. Salmo 104:14 Em certo lugar estavam-se fazendo preparativos para limpar o terreno para a construção de um hospital. Foram instruídos de que há saúde no perfume dos pinheiros, dos cedros e dos abetos. E há várias outras espécies de árvores que têm propriedades medicinais e promovem a saúde. Não sejam essas árvores cortadas desapiedadamente. É melhor mudar o local do prédio [sanatório] do que cortar essas árvores sempre verdes. Existem lições para nós nessas árvores. A palavra de Deus declara: “O justo florescerá como a palmeira; crescerá como o cedro no Líbano” (Sl 92:12). Davi diz: “Sou como a oliveira verdejante, na casa de Deus; confio na misericórdia de Deus para todo o sempre” (Sl 52:8). O cristão é comparado ao cedro do Líbano. Li que essa árvore faz mais que enviar para baixo algumas pequenas raízes na fofa terra argilosa. Faz penetrar vigorosas raízes profundamente na terra, e deita-as mais e mais longe, em busca de um sustentáculo ainda mais forte. E na feroz rajada da tempestade, ela fica firme, segura por sua rede de cabos subterrâneos. Assim lança o cristão raízes profundas em Cristo. Ele tem fé em seu Redentor. Sabe em quem crê. Está plenamente convencido de que Jesus é o Filho de Deus e o Salvador dos pecadores. O agradável som do evangelho é recebido sem dúvidas conflitantes. As raízes da fé aprofundam-se. Os cristãos genuínos, como o cedro do Líbano, não se desenvolvem no solo da fofa superfície, mas estão firmados em Deus, presos nas fendas das rochas da montanha. Estude essas lições das árvores. Eu poderia me demorar bastante neste assunto, mas não devo fazê-lo agora. Peço que não cortem os pinheiros, pois são uma benção a muitos. Deixem-nos viver. Quero dizer a vocês, meus irmãos e irmãs, que têm as minhas orações e a minha simpatia em suas obras. Lembrem-se de que vocês são árvores no jardim do Senhor, e que a proteção divina está ao seu redor. Quanto mais visível a linha de demarcação entre as flores de Deus e o arbusto espinhoso plantado por Satanás, mais o Senhor é glorificado (SpM, p. 228, 229).
A Energia de Deus Sustenta a Natureza Cantai ao Senhor com ações de graças; entoai louvores, ao som da harpa, ao nosso Deus, que cobre de nuvens os céus, prepara a chuva para a Terra, faz brotar nos montes a erva. Salmo 147:7, 8 Muitos ensinam que a matéria possui força vital: que certas propriedades são comunicadas à matéria, e que então fica ela a agir por meio de sua própria energia inerente; e que as operações da natureza são dirigidas de acordo com leis fixas, nas quais o próprio Deus não pode interferir. Isto é ciência falsa, e não é apoiado pela Palavra de Deus. A natureza é serva de seu Criador. Deus não anula Suas leis, nem age contrariamente a elas; mas está continuamente a empregá-las como Seus instrumentos. A natureza testifica de uma inteligência, de uma presença, de uma energia ativa, que opera em suas leis e por meio das mesmas leis. Há na natureza a operação contínua do Pai e do Filho. A obra de Deus, da criação, está completa, mas a Sua energia ainda é exercida ao sustentar os objetivos de Sua criação. Não é porque o mecanismo, que uma vez fora posto em movimento, continue a agir por sua própria energia inerente que o pulso bate, que respiração se segue a respiração; mas cada respiração, cada pulsar do coração é uma prova daquele cuidado que tudo penetra, por parte dAquele em quem “vivemos, e nos movemos, e existimos” (At 17:28). Não é por causa de um poder inerente que ano após ano a Terra produz seus dons, e continua seu movimento em redor do Sol. A mão de Deus guia os planetas, e os conserva em posição na sua marcha ordenada através dos céus. É pelo Seu poder que a vegetação floresce, que as folhas aparecem e as flores desabrocham. Sua palavra governa os elementos; e por Ele os vales se tornam férteis. Ele cobre os céus de nuvens, e prepara a chuva para a terra. Ele “faz brotar nos montes a erva”, “dá a neve como lã e esparge a geada como cinza” (Sl 147:8, 16). “Ao som do seu trovão, as águas no céu rugem, e formam-se nuvens desde os confins da Terra. Ele faz os relâmpagos para a chuva e dos seus depósitos faz sair o vento” (Jr 10:13, NVI). Seu cuidado está sobre todas as obras de Suas mãos. Nada é tão grande que não possa ser dirigido por Ele, e nada tão pequeno para escapar a Sua atenção (ST, 20/3/1884). 11/08/2009 Mensagens que edificam....Meditação: Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós. (1 Pedro 5:7)
Pensamento: A preocupação é um fardo que Deus jamais desejou que carregássemos.
Leitura: 1 Pedro 5:6-11.
Mensagem: Transtornos
Você é alguém que se preocupa com tudo? Contas, futuro, questões do casamento, dívidas, saúde? A preocupação o envolveu a ponto de torná-lo uma “máquina de aflição”? Se isso descreve sua vida, talvez você tenha Transtorno de Ansiedade Generalizada – TAG ou, Transtorno Obsessivo Compulsivo – TOC, uma condição marcada pelo constante estado de preocupação com a maioria dos aspectos da vida. De acordo com David Barlow, professor de psicologia da universidade de Boston, “a principal característica psicológica do TAG é um estado de preocupação crônica e incontrolável”. Um pouco de ansiedade é normal, mas a preocupação constante não é. Saturados pelo sofrimento e perseguição, os cristãos do primeiro século tiveram que sair de Jerusalém e se dispersaram pela Ásia (1 Pedro 1:1-7). Muitos destes seguidores de Jesus experimentaram sentimentos de aflição por possíveis perigos ou adversidades. Pedro encorajou-os a não se encher de ansiedade, mas que entregassem todas as suas preocupações a Deus (1 Pedro 5:7). Ele queria que percebessem que não precisavam carregar suas preocupações quando podiam entregá-las a Deus, que de maneira íntima e profunda, estava atento ao que acontecia com cada um. Você preocupa-se com muita frequência? Deixe Deus ser responsável por suas ansiedades. Pare de se preocupar e comece a confiar completamente nele.
FONTE: Marvin L. Williams Nosso Andar Diário – Ministério RBC MENSAGENS Q EDIFICAM mensagensqueedificam@gmail.com -------------------------------------- “Pelo que, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento”. (1º Coríntios 3:7) 26/07/2009 Amigos......... Uma ótima semana!Meditação: Fazei tudo sem murmurações nem contendas, para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis […]. (Filipenses 2:14-15)
Pensamento: Os melhores exemplos refletem Cristo.
Leitura: Filipenses 2:12-18.
Mensagem: Exemplos a Seguir
Durante um verão de escândalos esportivos internacionais envolvendo apostas e abuso de drogas, dois atletas foram aplaudidos tanto pelo seu caráter quanto pelas conquistas profissionais. Um público recorde de 75 mil pessoas aplaudiu esses atletas durante a cerimônia que os incluía na calçada da Fama do Basquete Americano. “Quer gostemos ou não”, declarou um deles, “como grandes jogadores da liga, somos exemplos a seguir. A única pergunta é: seremos um exemplo positivo ou negativo?” O outro atleta compartilhou o seu sentimento: “É mais do que apenas jogar basquete… você é responsável, precisa tomar decisões corretas e mostrar às pessoas como as coisas devem ser feitas”. As pessoas nos observam diariamente. Como seguidores de Cristo, somos guiados pelo desafio de Paulo para nos tornarmos “[…] irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo” (Filipenses 2:15). Fazer concessões desonrosas faz com que outros se desiludam, enquanto demonstrar caráter acalenta a esperança. À medida que a vida do nosso Salvador flui através de nós, podemos incentivar outros e guiá-los até Ele. Que tipo de exemplo seremos para aqueles que nos observam hoje?
FONTE: David C. McCasland Nosso Andar Diário – Ministério RBC MENSAGENS Q EDIFICAM mensagensqueedificam@gmail.com
30/06/2009 Mensagens que Edificam....Meditação: Se o SENHOR se agradar de nós, então, nos fará entrar nessa terra e no-la dará, terra que mana leite e mel. (Números 14:8)
Pensamento: A obediência a Deus é a chave para a liberdade.
Leitura: Números 14:1-10.
Mensagem: O Paraíso dos Chimpanzés
Eugene Cussons resgata os chimpanzés. Muitos são órfãos devido ao trabalho dos mercadores de carnes exóticas e foram retirados da floresta quando eram bebês. Muitos passaram a vida toda confinados em espaços menores que a cela de uma prisão. Quando Cussons os leva para a reserva que ele chama de “Paraíso dos Chimpanzés”, geralmente, encontra criaturas hostis e desconfiadas. “Estes chimpanzés não percebem que eu sou da turma do bem”, afirma Cussons. Quando tenta colocá-los em uma jaula menor para transportá-los ao seu novo lar, eles reagem com agressividade. “Não sabem que vou levá-los de volta ao Paraíso dos Chimpanzés e dar-lhes uma vida muito melhor”. Numa escala muito maior, a oferta de Deus para os libertar da escravidão do pecado normalmente encontra resistência. Quando resgatou o povo de Israel do Egito, Deus os levou a lugares difíceis que fizeram com que eles duvidassem das Suas boas intenções. “Não nos seria melhor voltarmos para o Egito?” murmuravam (Números 14:3). Em nossa jornada de fé, há momentos em que a liberdade para pecar, que já deixamos para trás é mais atraente do que as restrições impostas diante de nós pela fé. Precisamos confiar nos limites de proteção oferecidos pela Palavra de Deus como o único caminho para chegarmos ao lugar da liberdade suprema.
FONTE: Julie Ackerman Link Nosso Andar Diário – Ministério RBC MENSAGENS Q EDIFICAM mensagensqueedificam@gmail.com
Meditação: Porque assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função… (Romanos 12:4)
Pensamento: Para uma igreja mais saudável, exercite teus dons espirituais.
Leitura: Romanos 12:4-13.
Mensagem: Procrastinando
Muitos de nós lutamos com a procrastinação. Um professor universitário estudou procrastinação durante cinco anos e concluiu que 95% da população adiam a realização de tarefas. Uma estimativa revelou que os americanos perdem aproximadamente 400 milhões de dólares, anualmente, adiando o pagamento de impostos! A procrastinação também é problema dentro da igreja. Muitos de nós adiamos servir a Deus. Sabemos que devemos alcançar outras pessoas, mas nos sentimos inseguros ou preocupados com o que deve ser feito. Por estarmos incertos sobre nossos dons ou interesses, adiamos o nosso envolvimento na igreja. Ficamos preocupados: E se eu não fizer um bom trabalho? E se eu nem mesmo conseguir fazê-lo? O livro de Romanos capítulo 12 nos oferece um incentivo. O servir começa ao nos apresentarmos a Deus como “sacrifício vivo” (Romanos 12:1). Ore e dedique-se novamente ao Senhor e a Sua obra. Depois olhe ao redor e veja o que os outros estão fazendo em sua igreja e pergunte se você pode juntar-se a eles. Se for preciso comece devagar e depois experimente vários ministérios. A tua igreja precisa de você. Peça a Deus para ajudá-lo a superar seus problemas de procrastinação.
FONTE: Anne M. Cetas Nosso Andar Diário – Ministério RBC MENSAGENS Q EDIFICAM mensagensqueedificam@gmail.com
Meditação: Porque assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função… (Romanos 12:4)
Pensamento: Para uma igreja mais saudável, exercite teus dons espirituais.
Leitura: Romanos 12:4-13.
Mensagem: Procrastinando
Muitos de nós lutamos com a procrastinação. Um professor universitário estudou procrastinação durante cinco anos e concluiu que 95% da população adiam a realização de tarefas. Uma estimativa revelou que os americanos perdem aproximadamente 400 milhões de dólares, anualmente, adiando o pagamento de impostos! A procrastinação também é problema dentro da igreja. Muitos de nós adiamos servir a Deus. Sabemos que devemos alcançar outras pessoas, mas nos sentimos inseguros ou preocupados com o que deve ser feito. Por estarmos incertos sobre nossos dons ou interesses, adiamos o nosso envolvimento na igreja. Ficamos preocupados: E se eu não fizer um bom trabalho? E se eu nem mesmo conseguir fazê-lo? O livro de Romanos capítulo 12 nos oferece um incentivo. O servir começa ao nos apresentarmos a Deus como “sacrifício vivo” (Romanos 12:1). Ore e dedique-se novamente ao Senhor e a Sua obra. Depois olhe ao redor e veja o que os outros estão fazendo em sua igreja e pergunte se você pode juntar-se a eles. Se for preciso comece devagar e depois experimente vários ministérios. A tua igreja precisa de você. Peça a Deus para ajudá-lo a superar seus problemas de procrastinação.
FONTE: Anne M. Cetas Nosso Andar Diário – Ministério RBC MENSAGENS Q EDIFICAM mensagensqueedificam@gmail.com
Meditação: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles. (Apocalipse 21:3)
Pensamento: A separação é a lei terrena – o reencontro é a lei celestial.
Leitura: Apocalipse 21:1-5.
Mensagem: Um Feliz Reencontro
Em 2002, uma jovem foi sequestrada de sua própria casa em Utah. Ela vivia sem compromissos na constante companhia do casal que fora acusado do sequestro. Entretanto, nove meses depois da ocorrência ela foi encontrada e voltou para casa. Foi um reencontro feliz que a sua família aguardava ansiosamente. No livro de Apocalipse 21:5, João descreve uma visão do novo céu e da nova terra e de nosso futuro encontro com o Senhor. O contexto não é apenas geográfico, mas é um contexto de vida para o povo de Deus – uma realidade gloriosa de Deus e Seu povo vivendo juntos por toda eternidade. João descreve as bênçãos que são derramadas sobre o povo de Deus quando Ele fixa Sua morada no meio deles. As consequências terríveis do pecado foram abolidas para sempre. Na visão de João, a tristeza, a morte, a dor e a separação fazem parte das coisas antigas que agora já passaram. A antiga ordem abre caminho para uma nova e perfeita ordem – um reencontro de bênçãos eternas. “Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles… E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas” (Apocalipse 21:3,5). Um dia, vamos celebrar um reencontro feliz no céu com o nosso Pai celestial. Não podemos imaginar como será esse dia tão cheio de felicidade!
FONTE: Marvin L. Williams Nosso Andar Diário – Ministério RBC MENSAGENS Q EDIFICAM mensagensqueedificam@gmail.com
Meditação: … como, pois, cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus? (Gênesis 39:9)
Pensamento: Caímos em tentação quando não nos posicionamos contra ela.
Leitura: Gênesis 39:1-12.
Mensagem: Os Irmãos Tentados
Dois irmãos – ambos distantes de casa – enfrentavam tentações semelhantes. Um, que trabalhava longe da família caiu na armadilha de uma mulher mais jovem. O seu pecado causou constrangimento e abalou a família. O outro, que estava afastado dos entes queridos devido a uma crise familiar, resistiu às investidas de uma mulher com mais idade. Sua fidelidade resgatou e restaurou a família. Quem são estes irmãos? Judá, que caiu na armadilha desesperada da sua nora Tamar, que era negligenciada (Gênesis 38). E José que fugiu dos braços da mulher de Potifar (Gênesis 39). Num capítulo a terrível história de irresponsabilidade e desonestidade; noutro, um belo capítulo sobre fidelidade. As histórias de Judá e José quando confrontadas em meio à “história de Jacó” (Gênesis 37:2), nos mostram que a tentação em si não é um problema. Todos enfrentam tentações, até mesmo Jesus (Mateus 4:1-11). Mas como enfrentamos a tentação? Será que demonstramos que a fé em Deus pode nos proteger e evitar que caiamos em pecado? José nos deu uma dica sobre como escapar do pecado: reconhece-lo como afronta a Deus e fugir dele. Jesus nos deu outra opção: responder a tentação com verdades da Palavra de Deus. Você está enfrentando tentações? Esta é uma oportunidade de tornar Deus e Sua Palavra reais em sua vida. Fuja delas!
FONTE: J. David Branon Nosso Andar Diário – Ministério RBC MENSAGENS Q EDIFICAM mensagensqueedificam@gmail.com
06/04/2009 A M I G O S * * * B O A S E M A N A ! ! !Multiplicando Talentos [ O reino dos Céus ] será como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens. A um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro, um, a cada um segundo a sua própria capacidade; e, então, partiu. Mateus 25:14, 15
Não deixe que o trabalho que precisa ser feito espere pela ordenação de pastores. Se não há pastores para fazerem o trabalho, que homens e mulheres inteligentes, sem pensar como poderão acumular o maior número de bens, estabeleçam a si mesmos nessas cidades e vilas e levantem a bandeira da cruz, usando o conhecimento que adquiriram em ganhar pessoas para a verdade. O conhecimento da verdade é muito precioso para ser acumulado, confinado, e escondido na terra. Mesmo um só talento confiado pelo Mestre deve ser fielmente empregado para ganhar outros talentos também. Onde estão os homens e as mulheres que foram refrigerados com ricas correntes de bênçãos vindas do trono de Deus? Que perguntem a si mesmos o que têm feito para comunicar esta luz àqueles que não tiveram as mesmas vantagens. Como, aqueles que têm negligenciado o uso de seus talentos, resistirão ao julgamento, quando cada motivo for examinado? O Mestre Celestial concedeu talentos a cada um dos Seus servos. “A um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro, um, a cada um segundo a sua própria capacidade” (v. 15). Deus não concedeu talentos apenas a alguns escolhidos, mas a todos Ele confiou algum dom particular, para ser empregado em Seu serviço. Muitos a quem o Senhor deu preciosos talentos se têm recusado a empregá-los para o progresso do reino de Deus; não obstante, eles se acham sob obrigação para com Deus pelo uso de Seus dons. Cada um, seja servindo a Deus ou a si mesmo, é possuidor de algum depósito, cujo emprego devido trará glória a Deus, e cujo mau emprego roubará ao Doador. O fato de os possuidores de talentos não reconhecerem os direitos de Deus sobre eles não diminui a sua culpa. Se nesta vida escolherem se posicionar diante da bandeira do príncipe das trevas, vão se achar inconfessos por Cristo no dia do ajuste final (ST, 23/1/1893).
Fidelidade no Uso dos Talentos O que recebera cinco talentos saiu imediatamente a negociar com eles e ganhou outros cinco. Do mesmo modo, o que recebera dois ganhou outros dois. Mateus 25:16, 17
“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16). O preço do resgate foi pago por todos os filhos e filhas de Adão, e [o fato] de os que foram resgatados pelo precioso sangue de Cristo recusarem lealdade a Ele não os poupará da retribuição que virá sobre eles no último dia. Terão que responder por sua negligência em usar para o Mestre os talentos a eles confiados. Terão que responder pelas censuras feitas contra seu Criador e Redentor, por roubarem a Deus ao recusarem usar seus talentos no serviço dEle, e por enterrarem os bens do Senhor na terra. A família humana compõe-se de agentes morais responsáveis, e do mais alto e bem dotado ao mais humilde e desconhecido, todos são depositários dos bens do Céu. O tempo é um dom confiado por Deus e deve ser diligentemente aproveitado no serviço de Cristo. A influência é um dom de Deus e deve ser exercida em promover os mais elevados e nobres objetivos. Cristo morreu na cruz do Calvário para que toda a nossa influência pudesse ser usada para exaltá-Lo diante de um mundo a perecer. Aqueles que contemplam a Majestade do céu morrendo na cruz por suas transgressões valorizarão a própria influência somente quando levarem homens e mulheres a Cristo, e a usarão unicamente para este propósito. A inteligência é um talento confiado. A compaixão e as afeições são talentos que devem ser conservados e aperfeiçoados, para que possamos prestar serviços Àquele a quem pertencemos por aquisição. Tudo quanto somos ou possamos ser pertence a Deus. A educação, a disciplina e a habilidade em todo sentido devem ser usadas para Ele. Quer a importância confiada seja grande quer pequena, o Senhor requer que Seus mordomos façam o melhor que puderem. Não é a importância depositada ou o aproveitamento obtido que traz aos homens a aprovação do Céu, mas a fidelidade, a lealdade a Deus, o amoroso serviço prestado, que trazem a bênção divina: “Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo de teu Senhor” (Mt 25:23). Esta recompensa de alegria não espera até entrarmos na cidade de Deus, o servo fiel tem um antegozo dela mesmo aqui nesta vida (ST, 23/1/1893).
O Talento da Fala Tu és o mais formoso dos filhos dos homens; nos Teus lábios se extravasou a graça; por isso, Deus Te abençoou para sempre. Salmo 45:2
Pelo esforço diligente todos podem adquirir a capacidade de ler inteligivelmente e falar em tom claro e sonoro, e de maneira distinta e impressionante. Fazendo isso podemos desenvolver grandemente nossa eficiência como obreiros de Cristo. Cada cristão é chamado para anunciar a outros as insondáveis riquezas de Cristo; por isso deve buscar a perfeição em se expressar. Deve apresentar a Palavra de Deus de maneira tal que a recomende aos ouvintes. Deus não deseja que Seus porta-vozes sejam incultos. Não é Sua vontade que o homem restrinja ou rebaixe a corrente celeste que flui para o mundo através dEle. Devemos contemplar a Jesus como modelo perfeito; devemos solicitar o auxílio do Espírito Santo, e em Seu poder procurar educar todos os órgãos para um trabalho perfeito. Isso se aplica especialmente aos que são chamados para o ministério público. Todo pregador e todo instrutor deve lembrar que está dando ao povo uma mensagem que encerra interesses eternos. A verdade anunciada os julgará no dia do grande ajuste final. E para alguns a maneira de alguém apresentar a mensagem determinará sua aceitação ou rejeição. Que a Palavra seja falada de modo que apele ao entendimento e impressione o coração. Que seja pronunciada compassada, distinta e solenemente, mas com toda a sinceridade que sua importância requer. A cultura e uso convenientes do dom da palavra se relacionam com todos os ramos da obra cristã; penetra na vida familiar e em todo intercâmbio mútuo. Devemos acostumar-nos a falar em tom agradável, usando linguagem pura e correta, com palavras amáveis e corteses. Palavras suaves e bondosas são para o espírito como o orvalho e a chuva branda. A Escritura diz de Cristo, que havia em Seus lábios uma graça tal que sabia “dizer, a seu tempo, uma boa palavra ao cansado” (Is 50:4) (PJ, p. 335, 336).
Revelando o Amor de Jesus O Senhor Deus me deu língua de eruditos, para que eu saiba dizer boa palavra ao cansado. Isaías 50:4
Todos quantos nos cercam são pessoas aflitas. Aqui e ali, por toda parte, podemos encontrá-las. Procuremos esses sofredores e demos-lhes uma palavra a seu tempo para lhes confortar o coração. Sejamos sempre condutos por onde fluam as refrigerantes águas da compaixão. Em todas as nossas relações devemos lembrar que há, na vida dos outros, capítulos fechados às vistas mortais. Há, nas páginas da memória, tristes histórias que são cuidadosamente guardadas de olhares curiosos. Aí se encontram registradas longas, renhidas batalhas com circunstâncias difíceis, talvez perturbações da vida doméstica, que enfraquecem dia a dia o ânimo, a confiança e a fé. Os que estão lutando a batalha da vida em grande desvantagem de condições podem ser fortalecidos e animados por pequeninas atenções que não custam mais que um amorável esforço. Para esses, o caloroso e ajudador aperto de mão dado por um verdadeiro amigo vale mais do que prata ou ouro. As palavras de bondade são recebidas com tanto agrado como o sorriso dos anjos. Há multidões lutando com a pobreza, obrigadas a batalhar duramente por pequenos salários, e mal podendo garantir as mais rudimentares exigências da vida. A labuta e a privação, sem esperança de coisas melhores, tornam excessivamente pesada sua carga. E, quando a isso se ajuntam a dor e a doença, o fardo é quase insuportável. Alquebrados e oprimidos, não sabem para onde se voltar em busca de auxílio. Compadeçam-se deles em suas provações, mágoas e decepções. Isso abrirá o caminho para ajudá-los. Falem das promessas de Deus, orem com eles e por eles, inspirem-nos com a esperança. Sede coobreiros de Deus. Enquanto a desconfiança e a separação estão penetrando por todo o mundo, os discípulos de Cristo devem revelar o espírito que reina no Céu. Falem como Ele falaria, ajam como Ele haveria de agir. Revelem constantemente a doçura de Seu caráter. Manifestem aquela profusão de amor que se acha na base de todos os Seus ensinos e de todo o Seu trato com os homens. Os mais humildes obreiros, em cooperação com Cristo, podem tocar cordas cujas vibrações ressoarão até aos extremos da Terra, e ecoarão harmoniosamente através dos séculos eternos (CBV, p. 158, 159).
A Influência da Fala Suplicai, ao mesmo tempo, também por nós, para que Deus nos abra porta à palavra, a fim de falarmos do mistério de Cristo, pelo qual também estou algemado; para que eu o manifeste, como devo fazer. Colossenses 4:3, 4
Deus não deu talentos extravagantemente. Aquele que sabe todas as coisas, que conhece pessoalmente cada um, deu a cada pessoa seu trabalho. Aqueles a quem Ele confiou muito não devem se orgulhar, pois o que possuem não pertence a si mesmos; foi-lhes emprestado como experiência. Dia após dia, Deus está testando homens e mulheres, para ver se O reconhecerão como doador de tudo que possuem. Ele os observa para ver se provarão serem dignos das riquezas eternas. O uso que fazem de seus preciosos dons decidirá seu destino para a eternidade. De todos os dons que Deus confiou aos Seus filhos, nenhum é capaz de ser tão grande bênção como o dom da palavra. Com a língua convencemos e persuadimos; com ela oferecemos oração e louvor a Deus; e com ela falamos a outros do amor do Redentor. Deus deseja que consagremos esse dom ao Seu serviço, falando apenas palavras que ajudem os que estão ao nosso redor. E se Cristo governa o coração, nossas palavras revelarão a pureza, beleza e fragrância de um caráter moldado e aperfeiçoado por Ele. Mas se estamos debaixo da orientação do inimigo de tudo o que é bom, nossas palavras ecoarão seus sentimentos. Observe bem suas palavras. Consagre o seu dom da fala para o serviço do Senhor, pois Ele um dia requererá isso de você. Cada um de nós exerce influência sobre aqueles com quem entramos em contato. Obtemos de Deus essa influência e somos responsáveis pelo modo como a usamos. Deus planeja que ela atue do lado da verdade; mas cabe a cada um de nós decidir se nossa influência será pura e nobre, ou se atuará como uma malária venenosa. Aqueles que são participantes da natureza divina manifestam uma influência que é semelhante à de Cristo. Santos anjos os assistem em seu caminho e todos com quem eles entram em contato são ajudados e abençoados. Mas os que não recebem a Cristo como seu Salvador pessoal não podem influenciar outros para o bem. Vigiem bem a sua influência; exercê-la a favor do Senhor é o “culto racional de vocês” (ST, 21/1/1897).
Testemunho Cativante Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem. Efésios 4:29
Como seguidores de Cristo, nossas palavras devem ser um auxílio e encorajamento a outros na vida cristã. Precisamos falar dos preciosos capítulos de nossa experiência muito mais do que o fazemos. É bom falarmos da misericórdia e longanimidade de Deus, e da incomparável profundeza do amor do Salvador. Nossas palavras devem ser expressões de louvor e ações de graças. Se o coração e a mente estiverem cheios do amor de Deus, isso será revelado na conversação. Não nos será difícil transmitir aquilo que experimentamos na vida espiritual. Grandes pensamentos, aspirações nobres, percepção clara da verdade, propósitos liberais, anelos de piedade e santidade produzirão frutos em palavras que revelam o caráter do tesouro do coração. Quando Cristo for assim manifestado em nossa linguagem, ela terá o poder de conquistar pessoas para Ele. Devemos falar de Cristo aos que O não conhecem. Devemos fazer o que Cristo fez. Onde quer que estivesse, na sinagoga, à beira do caminho, no barco afastado da margem, no banquete do fariseu ou à mesa do publicano, falava aos homens das coisas pertinentes à vida mais elevada. As coisas da natureza, os acontecimentos da vida diária eram por Ele relacionados com as palavras da verdade. O coração dos ouvintes era atraído para Ele, porque curava as enfermidades, confortava os aflitos, e tomava nos braços seus filhinhos e os abençoava. Quando abria os lábios para falar, a atenção deles se voltava para Ele, e toda palavra era para alguém um cheiro de vida para vida. Onde quer que estejamos, devemos vigiar as oportunidades de falar do Salvador a outros. Se seguirmos o exemplo de Cristo em fazer o bem, os corações estarão abertos a nós como estiveram a Ele. Não abruptamente, mas com o tato oriundo do amor divino poderemos falar dAquele que “traz a bandeira entre dez mil”, e é “totalmente desejável” (Ct 5:10, 16). Essa é a mais elevada obra em que podemos empregar o talento da linguagem. Foi-nos dado para que possamos apresentar Cristo como o Salvador que perdoa os pecados (PJ, p. 338, 339).
Poder Para o Bem ou Mal E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção. Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou. Efésios 4:30, 32
A vida de Cristo foi uma influência sempre crescente e ilimitada; uma influência que O ligava a Deus e a toda a família humana. Mediante Cristo, Deus conferiu ao homem uma influência que lhe torna impossível viver para si próprio. Individualmente temos ligação com nossos semelhantes, parte da grande família de Deus, e estamos sob obrigações mútuas. Ninguém pode ser independente de seu próximo; porque o bem-estar de cada um afeta os outros. É propósito de Deus que cada um se sinta indispensável ao bem-estar dos outros e procure promover a sua felicidade. Cada pessoa está circundada de uma atmosfera própria, que pode estar carregada do poder vivificante da fé, do ânimo, da esperança, e perfumada com a fragrância do amor. Ou pode estar pesada e fria com as nuvens do descontentamento e egoísmo, ou intoxicada com o contato mortal de um pecado acariciado. Pela atmosfera que nos envolve, toda pessoa com quem nos comunicamos é consciente ou inconscientemente afetada. Esta é uma responsabilidade de que não nos podemos livrar. Nossas palavras, nossos atos, nosso traje, nosso procedimento, até a expressão fisionômica tem sua influência. Da impressão assim deixada dependem conseqüências imensuráveis para bem ou para mal. Todo impulso assim comunicado é uma semente que produzirá sua colheita. É um elo na longa cadeia de eventos humanos que não sabemos até aonde se estende. Se por nosso exemplo ajudamos outros na formação de bons princípios, estamos lhes dando a capacidade de fazer o bem. Eles, por sua vez, exercem a mesma influência sobre outros, e estes sobre terceiros. Assim, por nossa influência inconsciente, milhares podem ser abençoados. Atira-se uma pedra num lago e forma-se uma onda, e a ela se seguem outras; e, à medida que crescem, o círculo se amplia até atingir a margem. O mesmo se dá com nossa influência. Além do nosso conhecimento e arbítrio ela atua em outros para bênção ou maldição (PJ, p. 339, 340).
O Uso Correto da Influência Quem é fiel no pouco também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco também é injusto no muito. Lucas 16:10
O caráter é um poder. O testemunho silencioso de uma vida sincera, desinteressada e piedosa exerce influência quase irresistível. Manifestando em nossa vida o caráter de Cristo, cooperamos com Ele na obra de salvar pessoas. Somente revelando em nossa vida o Seu caráter é que podemos colaborar com Ele. E quanto mais vasta a esfera de nossa influência, tanto maior bem podemos fazer. Quando os que professam servir a Deus seguirem o exemplo de Cristo, praticando na vida diária os princípios da lei, quando todos os seus atos testemunharem de que amam a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmos, então a igreja terá o poder de abalar o mundo. Contudo deve ser lembrado que a influência não deixa de ser um poder para o mal. É terrível alguém perder sua vida, mas causar a perdição de outras é pior ainda. Que nossa influência seja um cheiro de morte para morte é um pensamento horrível; contudo é possível. Muitos que professam ajuntar com Cristo estão espalhando. Este é o motivo de a igreja ser tão fraca. Muitos tomam a liberdade de criticar e acusar. Expressando suspeita, inveja e descontentamento, entregam-se a Satanás como instrumentos. Antes que reconheçam o que estão fazendo, o inimigo conseguiu seu propósito por meio deles. A impressão do mal foi feita, a sombra foi projetada, os dardos de Satanás atingiram o alvo. Desconfiança, incredulidade e degradante infidelidade tomaram posse daqueles que de outra maneira poderiam ter aceitado a Cristo. Enquanto isso os obreiros de Satanás olham complacentemente aos que arrastaram ao ceticismo, e agora estão empedernidos contra toda admoestação e súplica. Lisonjeiam-se de que em comparação com essas pessoas são virtuosos e justos. Não reconhecem que esses pobres náufragos do caráter são vítimas de sua língua desenfreada e de seu coração rebelde. Foi através de sua influência que esses tentados caíram. Assim, a frivolidade, a condescendência egoísta e a indiferença despreocupada por parte de cristãos professos estão desviando muitos do caminho da vida. Muitos há que temerão enfrentar no tribunal de Deus os resultados de sua influência. Somente pela graça de Deus é que podemos utilizar sabiamente essa dádiva (PJ, p. 340, 341).
A Aprovação do Céu E se vocês não forem dignos de confiança em relação ao que é dos outros, quem lhes dará o que é de vocês? Nenhum servo pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará outro, ou se dedicará a um e desprezará outro. Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro. Lucas 16:12, 13
Existem muitos que professam ser cristãos e não estão unidos com Cristo. Sua vida diária, seu espírito, mostra que Cristo, a Esperança da glória, não está formado no interior. Não se pode depender deles, neles não se pode confiar. Estão ansiosos de reduzir seu serviço ao mínimo do esforço, exigindo, ao mesmo tempo, o máximo de salário. O nome “servo” se aplica a cada pessoa; pois somos todos servos, e é bom que observemos o modelo a que estamos nos conformando. É o modelo da infidelidade ou da fidelidade? Têm os servos em geral a disposição de fazer quanto é possível? Em vez disso, não tem predominado o padrão de empurrar o trabalho o mais rápido e facilmente possível, e conseguir o pagamento com o menor custo? O objetivo não é ser tão esmerado quanto possível, mas ganhar a remuneração. Os que professam ser servos de Cristo não devem esquecer a recomendação do apóstolo Paulo: “Servos, obedecei em tudo a vossos senhores segundo a carne, não servindo só na aparência, como para agradar aos homens mas em simplicidade de coração, temendo a Deus. E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens; sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis” (Cl 3:22-24). Os que entram na obra como “servos que só trabalham em presença do amo”, verificarão que seu trabalho não poderá sofrer a inspeção dos homens ou dos anjos. O essencial para o trabalho bem-sucedido é o conhecimento de Cristo; pois esse conhecimento proporcionará bons princípios de justiça, comunicará um nobre e abnegado espírito, como o de nosso Salvador a quem professamos servir. Fidelidade, economia, cuidado, perfeição devem caracterizar toda a nossa obra, seja onde for que estejamos – quer na cozinha, quer na oficina, na redação como no hospital, no colégio ou onde quer que nos achemos envolvidos na obra do Senhor. “Quem é fiel no pouco também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco também é injusto no muito” (Lc 16:10) (MJ, p. 229, 230).
Os Dons Pertencem a Deus Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Romanos 12:2
Muitos, ao invés de consagrar seus recursos ao serviço de Deus, olham para o seu dinheiro como pertencendo a si mesmos e dizem que têm o direito de usá-lo como lhes convém. Como os habitantes do mundo na época de Noé, usam os dons de Deus para benefício próprio. Até mesmo alguns que professam conhecer e amar ao Senhor fazem isso. Deus lhes revelou Sua vontade. Pediu que entregassem tudo o que têm a Ele; mas o amor ao mundo perverteu sua vontade e endureceu o coração. Recusam-se a obedecer Àquele a quem devem tudo que têm. Apesar do Seu apelo, agarram seus tesouros nos braços, esquecendo-se de que o Doador tem algum direito sobre eles. Assim, as bênçãos dadas por Deus se transformam em maldição pelo modo errado com são usadas. Cristo entendeu o perigo do amor ao dinheiro, pois disse: “Quão difícil é para os que confiam nas riquezas entrar no reino de Deus!” Hoje Ele pede que demos especial atenção aos interesses eternos. Ele gostaria que sujeitássemos todo interesse terreno ao Seu serviço. “Que aproveita ao homem”, Ele indaga, “ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” O direito de Deus ao nosso serviço é medido pelo infinito sacrifício que Ele fez por nossa salvação. “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus.” Por nossa causa Cristo levou uma vida de sofrimento e privação. Ele foi puro e santo, contudo, sobre Ele foi colocada a iniqüidade de todos nós. [...] Com um toque de Sua mão curava o doente; no entanto, Ele sofreu dores horríveis no corpo. Com uma palavra expulsava demônios, e libertava os que estavam aprisionados pelas tentações de Satanás; contudo Lhe sobrevieram tentações como ninguém jamais sofreu. Ele ressuscitou o morto pelo Seu poder, no entanto sofreu a agonia da mais terrível morte. Tudo isso Cristo sofreu por nós. Que estamos dando a Ele em retorno? Ele, a Majestade do Céu, submeteu-Se pacientemente ao escárnio e insulto. Deveríamos nós considerar algum sacrifício como sendo muito grande? Deveríamos hesitar em render a Deus nosso culto racional? (ST, 21/1/1897). 30/03/2009 Amigos....... Uma ótima semana!Cada Hora é Preciosa Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono? Provérbios 6:9 Deus não emprega homens ou mulheres preguiçosos em Sua causa; Ele quer obreiros atenciosos, bondosos, afetivos e diligentes. O esforço ativo fará bem a nossos pregadores. A indolência é prova de perversão. Cada capacidade da mente, cada osso do corpo, cada músculo dos membros mostra que Deus designou nossas habilidades para serem usadas, e não para permanecer inativas. Aqueles que, desnecessariamente, empregam as horas do dia para dormir, não têm senso do valor dos preciosos e áureos momentos. As pessoas que não adquiriram hábitos de estrita operosidade e economia de tempo devem ter regras estabelecidas para as estimular à regularidade e à presteza. George Washington [o primeiro presidente dos Estados Unidos] foi habilitado a realizar grande quantidade de atividades, porque era exato em conservar a ordem e a regularidade. Cada papel tinha sua data e seu lugar, e tempo algum era perdido em procurar o que não estava no lugar designado. Homens e mulheres de Deus precisam ser diligentes no estudo, esforçados na aquisição de conhecimentos, nunca desperdiçando tempo. Mediante esforços perseverantes, podem atingir quase qualquer grau de distinção como cristãos, como pessoas de poder e influência. Muitos, porém, nunca alcançarão uma posição superior no púlpito ou nos negócios, devido a sua instabilidade de propósito, e à frouxidão dos hábitos contraídos na juventude. Uma descuidada negligência será vista em tudo que empreenderem.Um súbito esforço aqui e ali não é suficiente para efetuar uma transformação nesses amantes da comodidade e indolência; isso é obra que exige paciente perseverança em fazer o que é correto. Homens de negócios só podem ter êxito real se tiverem horas regulares para levantar-se, orar, comer e deitar-se. Se a ordem e a regularidade são essenciais nas atividades mundanas, quanto mais na obra de Deus! Muitos desperdiçam na cama as brilhantes horas de manhã. Estas preciosas horas, uma vez perdidas, passam para nunca mais voltar; são perdidas para o tempo e a eternidade. Uma hora apenas perdida cada dia, e que desperdício de tempo durante um ano! Pense nisso o dorminhoco, e detenha-se a considerar como há de dar a Deus conta das oportunidades perdidas (OE, p. 277, 278).
Talentos Enterrados Portai-vos com sabedoria para com os que são de fora; aproveitai as oportunidades. A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um. Colossenses 4:5, 6 Busque a conversão do corpo, da alma e do espírito. Desenterre seu talento e comece a negociar com os bens do seu Senhor. Ao fazer isso, você ganhará outros talentos. Toda pessoa que recebeu talentos deve usá-los para beneficiar outros. Quem dirá no grande dia do juízo final: “Receoso, escondi na terra o Teu talento; aqui tens o que é Teu”? Da mesma forma o Senhor dirá: “Servo mau e negligente, Cumpria, portanto, que entregasses o Meu dinheiro aos banqueiros, e Eu, ao voltar, receberia com juros o que é Meu” (Mt 25:25-27). O Senhor continua chamando os que estão aparentemente cegos às suas deficiências, os autocomplacentes, que planejam e maquinam como podem melhor servir a si mesmos. Que Deus ajude os que são espiritualmente cegos a verem que existe um mundo a ser salvo. A verdade deve ser exposta àqueles que não a conhecem, e esta obra exige a abnegada graça de Cristo. Milhares dos que agora são inúteis à causa de Deus deveriam estar cavando os talentos enterrados, e levando-os aos negociadores. Seria melhor que aqueles que pensam que certamente alcançarão o Céu enquanto seguem seus próprios caminhos e imaginações rompessem o selo e reexaminassem seus direitos aos tesouros celestiais. Seria melhor que homens e mulheres que se sentem descansados em Sião estivessem inquietos quanto a si mesmos, e indagassem: Que estou eu fazendo na vinha do Senhor? Por que não estou ligado a Cristo, trabalhando com Deus? Por que não estou aprendendo na escola de Cristo de Sua brandura e humildade de coração? Por que não tenho responsabilidades a cumprir no serviço de Cristo? Por que não sou um cristão decidido, empregando todas as minhas habilidades na obra de salvação das pessoas que estão perecendo ao meu redor? Não dizem as Escrituras: “Porque de Deus somos cooperadores; lavoura de Deus, edifício de Deus sois vós” (1Co 3:9)? Não devo eu com a ajuda de Deus construir um caráter para o momento e para a eternidade, e promover a piedade em mim mesmo e em outros através da santificação da verdade? (RH, 21/8/1900).
Como Remir o Tempo Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus. Efésios 5:15, 16 O valor do tempo está além de qualquer cálculo. Cristo considerava precioso todo momento, e assim devemos considerá-lo. A vida é muito curta para ser esbanjada. Temos poucos dias de graça para nos preparar para a eternidade. Não temos tempo para dissipar, tempo para devotar aos prazeres egoístas, tempo para contemporizar com o pecado. É agora que devemos formar o caráter para a futura vida imortal. Agora é que devemos nos preparar para o juízo investigativo. A família humana mal começou a viver quando principiou a morrer, e o trabalho incessante do mundo resultará em nada se não se adquirir verdadeiro conhecimento em relação à vida eterna. As pessoas que apreciam o tempo como seu dia de trabalho serão habilitadas para uma mansão e para a vida que é imortal. Para eles foi bom ter nascido. Somos advertidos a remir o tempo. Porém, o tempo esbanjado nunca poderá ser recuperado. Não podemos fazer voltar atrás nem sequer um momento. A única maneira de podermos remir nosso tempo consiste em utilizar o melhor possível o que nos resta, tornando-nos coobreiros de Deus em Seu grande plano de redenção. Uma transformação de caráter acontece com aqueles que fazem isso. Eles se tornam filhos de Deus, membros da família real, filhos do celeste Rei. São qualificados para a companhia dos anjos. Agora é o tempo de trabalharmos para a salvação de nossos semelhantes. Existem aqueles que pensam que tudo quanto deles se exige é dar dinheiro para a causa de Cristo; passam inutilmente o tempo precioso em que poderiam fazer serviço pessoal para Ele. Mas o privilégio e dever de todos os que têm saúde e força, é prestar serviço ativo para Deus. Todos têm que trabalhar na conquista de pessoas para Cristo. Donativos não podem substituir isso. A oportunidade que agora temos de falar palavras de vida a alguma pessoa necessitada pode nunca mais se apresentar. Deus pode dizer a alguém: “Esta noite te pedirão a tua alma” (Lc 12:20), e por nossa negligência a mesma pode não estar preparada. No grande dia do juízo, como prestaremos contas a Deus? (PJ, p. 342, 343).
Use Todos os Talentos Receoso, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu. Respondeu-lhe, porém, o senhor: Servo mau e negligente, Cumpria, portanto, que entregasses o meu dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com juros o que é meu. Mateus 25:25-27 Ninguém deveria se queixar de não ter maiores talentos. Quando usarem para a glória de Deus os talentos que Ele lhes tem confiado, prosperarão. Agora não é tempo de lamentar nossa situação na vida, e desculpar nossa negligência em desenvolver nossas habilidades porque não temos a capacidade e posição de outros, dizendo: Oh, se eu tivesse o seu dom e a sua capacidade, poderia investir grande capital pelo meu Mestre! Se tais pessoas usarem sabiamente e bem o único talento que têm, isso é tudo o que o Senhor requer deles. Olhem para nossas igrejas. Existem nelas apenas uns poucos que trabalham realmente. A maioria consiste de homens e mulheres irresponsáveis. Eles não se sentem responsáveis pelas pessoas. Não manifestam fome e sede de justiça. Nunca fazem força quando o trabalho é árduo. Esses são os que têm um só talento e o escondem, e o enterram no mundo; isto é, usam todas as influências que possuem em seus interesses temporais. Ao buscar as coisas desta vida, perdem o futuro, a vida eterna, e o ainda mais valioso e eterno peso da glória. Que pode ser dito e feito para despertar essa classe de membros da igreja, fazendo com que sintam sua responsabilidade para com Deus? Será preciso que a multidão de professos cristãos, guardadores dos mandamentos, ouçam as terríveis palavras: “E o servo inútil, lançai-o para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes”? Todo homem, mulher e criança devem ser obreiros de Deus. Onde há agora um que se sente responsável pela salvação das pessoas, deveria haver cem. Que podemos fazer para animar as pessoas a aproveitarem para a glória do Mestre qualquer influência e recurso que já possuam? Que os que têm um talento o usem bem; e assim fazendo vão vê-lo dobrado. Deus aceitará “conforme o que o homem tem e não segundo o que ele não tem” (2Co 8:12) (RH, 14/3/1878).
Tudo Para a Glória de Deus Porque a todo o que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. Mateus 25:29 Sempre existiu e sempre existirá diversidade de dons. Não são apenas os grandes dons que Deus pede e aceita, mas Ele apela por talentos menores, e os aceitará se homens e mulheres os usarem para a Sua glória. Não nos tornamos servos do Mestre pela Sua graça? Então, não é nossa propriedade que nos foi confiada, mas os talentos do Senhor. O capital é Seu, e somos responsáveis pelo seu uso ou abuso. Espero que, em cada igreja, se façam esforços para despertar os que nada estão fazendo. Que Deus leve essas pessoas a reconhecer que delas será exigido um talento com os juros; e que, se negligenciarem ganhar outros talentos além daquele, sofrerão a perda desse talento e também de sua salvação. Esperamos ver uma transformação em nossas igrejas. O Chefe de família está Se preparando para voltar e pedir contas a Seus servos dos talentos que lhes confiou. Que Deus tenha piedade dos que nada fazem! Os que ouvirem as palavras de aprovação: “Bem está, servo bom e fiel” (Mt 25:21), terão feito bem no aperfeiçoamento de sua capacidade e meios, para a glória de Deus. Quem virá em socorro do Senhor contra o inimigo? Satanás é ativo, perseverante e fiel general ao fazer seu trabalho, comandando seus exércitos. Ele tem sentinelas fiéis por toda parte. O que estão fazendo os servos de Jesus Cristo? Estão portando suas armaduras? Estão vigilantes e leais para enfrentar e repelir as potentes forças do inimigo? Ou estão dormindo, esperando que outros façam o seu trabalho? Que todos despertem, pois está próximo o tempo quando será dito: “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se.” Hoje é o tempo de buscar pureza e santidade de caráter, e de obter vestes brancas para que estejamos preparados para sentar à mesa das bodas do Cordeiro (RH, 14/3/1878).
Trabalho Vigilante E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos. Romanos 13:11
Existe uma outra classe que sofre prejuízo por ser indolente, e emprega suas forças para agradar a si mesma, utilizando a língua e deixando os músculos enferrujarem pela inatividade. Perde suas oportunidades por indolência, e não glorifica a Deus. Eles poderiam fazer muito se usassem seu tempo e força física adquirindo recursos com as quais colocariam seus filhos em posições favoráveis para obter conhecimento; mas preferem deixá-los crescer em ignorância em vez de exercitar sua própria habilidade dada por Deus para fazer algo pelo qual seus filhos possam ser abençoados com uma boa educação. Tais homens e mulheres estão sendo pesados na balança do Santuário celeste e achados em falta. Existe algo para todos fazerem em nosso mundo. O Senhor está vindo e nossa espera não deve ser um tempo de inútil expectativa, mas de trabalho vigilante. Não devemos gastar nosso tempo inteiramente em meditação e oração, tampouco devemos nos esforçar, correr e trabalhar como se isso fosse necessário para ganhar o Céu, enquanto negligenciamos dedicar tempo para o cultivo da devoção pessoal. Deve existir uma combinação de meditação e trabalho diligente. Como Deus expressou em Sua Palavra: “No zelo, não sejais remissos; sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor.” Atividades mundanas não devem impedir o serviço do Senhor. A alma precisa das riquezas da graça de Deus e o corpo precisa de exercício físico para realizar a obra que deve ser feita para a proclamação do evangelho de Cristo. Aqueles que cultivam um espírito ocioso cometem pecado contra Deus todos os dias; pois não usam o poder que Deus lhes tem dado através do qual podem receber bênçãos para si mesmos e ser uma benção à sua família. Os pais devem ensinar seus filhos que o Senhor quer que sejam servos diligentes, não preguiçosos em Sua vinha. Devem fazer diligente uso do tempo, se desejam ser agentes úteis, fazendo sua parte na vinha do Senhor. Devem ser mordomos fieis, aperfeiçoando cada dom de poder a eles confiado (HM, outubro de 1894).
Serviço e Dinheiro Fala aos filhos de Israel que Me tragam oferta; de todo homem cujo coração o mover para isso, dele recebereis a Minha oferta. Êxodo 25:2 Tenho ouvido homens e mulheres que têm se envolvido na obra nas casas publicadoras e nos hospitais se queixarem de estar trabalhando além do horário. Se não podem parar de trabalhar após as oito horas da jornada, ficam insatisfeitos. Mas esses mesmos, quando realizam trabalhos para benefício próprio, trabalham dez horas completas como fazem na América [do Norte] e com freqüência estendem sua jornada a doze horas. Não fazem reclamações, porque é de interesse próprio. Faz toda a diferença se o tempo é empregado para o próprio lucro ou para o serviço do Senhor ou do próximo. O serviço disposto em economizar recursos que são tão limitados é mais satisfatório do que armazenar recursos. Com o motivo correto em mente, tal tempo seria considerado como dedicado ao serviço do Senhor. Esse trabalho definido por Deus em construir, plantar, colher, ou qualquer outra linha de trabalho custará considerável reflexão e labuta, porém vale a pena. Deus multiplicará os recursos; Ele ajudará a produzir os meios. Muitos já estão trabalhando nessa linha, e sempre fizeram assim. A dedicação de tempo a Deus em qualquer linha de trabalho é uma consideração de suma importância. Alguns podem usar a caneta para escrever uma carta para um amigo distante. Pelo trabalho pessoal consagrado podemos de muitas maneiras fazer um serviço pessoal para Deus. Alguns pensam que tudo que se requer deles é que dêem uma porção do seu dinheiro para a causa de Deus; e o precioso tempo que lhes foi concedido pelo Senhor, no qual poderiam fazer horas de serviço pessoal para Ele, não é por aproveitado. É privilégio e dever de todo o que tem saúde e força render a Deus serviço ativo. Todos podem trabalhar com Deus. As horas que têm sido geralmente usadas em recreação, não no descanso nem na restauração do corpo ou da mente podem ser gastas procurando ajudar alguém que precisa de ajuda, visitando os necessitados, os doentes e os que sofrem. Nosso tempo é de Deus e, como cristãos, devemos usá-lo para a Sua glória (MR6, p. 79, 80). 02/03/2009 Amigos......... Boa semana!!!!!!!!!!!!!!!"A ORAÇÃO É A RESPIRAÇÃO DA ALMA!" O Exemplo de Cristo Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos. Romanos 5:19 [As Escrituras contam] a história muito importante que cada ser humano deve conhecer. De um lado é apresentada a desobediência de Adão, com suas conseqüências; de outro lado, a obediência de Cristo. O jardim do Éden foi desonrado pela desobediência de Adão; mas como por aquela única desobediência muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de Um só, muitos se tornarão justos. O mundo foi honrado com a presença de um Homem que foi total e completamente obediente – Aquele que não apenas acreditou nos requisitos da lei de Deus e os ensinou, mas viveu a lei. Toda a sua vida foi uma representação dos seus santos princípios. Sua obediência foi manifestada na horrível agonia que suportou no jardim do Getsêmani; e através de Seu sofrimento Ele trouxe perdão ao desobediente. Quando Cristo deu aos discípulos as condições da salvação, disse: “Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-Me” (Lc 9:23). Negar a si mesmo e tomar a cruz está diretamente no caminho de todo aquele que seguir a Jesus. Nosso avanço para o Céu encontrará oposição a cada passo, pois Satanás virá de muitas maneiras para desencaminhar, enganar, e cobrir o pecado com aparência do bem. Insisto que vocês, considerem cuidadosamente a abnegação e o sacrifício que Cristo suportou em seu favor, para que, se assim escolherem, possam encontrar nesta vida a felicidade e paz que só Ele pode dar, e mais tarde a eterna bem-aventurança. Então, não querem vocês se tornar missionários por Cristo? Não estão desejosos de negar a si mesmos por Sua causa, para refletirem sobre o modo como podem servir Àquele que tanto nos serviu ao nos redimir do poder do pecado e de Satanás? Quando na terra, Cristo disse de Si mesmo: “Pois, no meio de vós, Eu sou como quem serve” (Lc 22:27). Ele não se esforçou para obter a mais alta posição; pois era manso e humilde de coração. Ele nos convida a aprender dEle, a tomar o Seu jugo – o jugo da obediência a cada preceito de Jeová (YI, 1º/4/1897).
Obediência Através da Graça Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus. Efésios 2:8 Deus deseja que alcancemos a norma de perfeição que o dom de Cristo nos tornou possível. Ele nos convida a fazer nossa escolha do direito, para nos ligarmos com os instrumentos celestes, adotarmos princípios que hão de restaurar em nós a imagem divina. Na palavra escrita e no grande livro da natureza, Ele revelou os princípios da vida. É nossa obra obter conhecimento desses princípios e, pela obediência, cooperar com Ele na restauração da saúde do corpo, bem como da alma. Os homens precisam saber que só podem fruir as bênçãos da obediência, em sua plenitude, à medida que receberem a graça de Cristo. É Sua graça que dá ao homem poder para obedecer às leis de Deus. É isso que o habilita a quebrar as cadeias do mau hábito. Esse é o único poder que pode colocá-lo e conservá-lo firme no caminho do direito. Quando o evangelho é recebido em sua pureza e poder é uma cura para as doenças originadas pelo pecado. O Sol da Justiça Se ergue “trazendo salvação nas Suas asas” (Ml 4:2). Todos os recursos do mundo não podem curar um coração quebrantado, nem comunicar paz de espírito, nem remover o cuidado, nem banir a enfermidade. A fama, o intelecto, o talento – são todos impotentes para alegrar um coração dolorido ou restaurar uma vida arruinada. A vida de Deus na alma, eis a única esperança do homem. O amor difundido por Cristo por todo o ser é um poder vitalizante. Esse amor toca todo órgão vital – cérebro, coração, nervos – transmitindo cura. Implanta na alma uma alegria que coisa alguma terrestre pode destruir – a alegria no Espírito Santo – alegria que comunica saúde e vida. Embora o pecado tenha intensificado seu domínio sobre a raça humana, durante séculos, ainda que por meio de mentiras e artifícios Satanás tenha lançado a sombra de sua interpretação sobre a Palavra de Deus, e feito os homens duvidarem de Sua bondade, a misericórdia e amor do Pai não têm cessado de fluir em abundantes torrentes para a Terra. Se os seres humanos abrissem as janelas da alma em direção ao Céu, apreciando as divinas dádivas, por elas penetraria uma onda de restauradora virtude (CBV, p. 114-116).
O Modelo de Obediência Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça? Romanos 6:16
Adão não parou para pensar no resultado de sua desobediência. Com a visão posterior que somos privilegiados de ter, podemos ver o que significa desobedecer aos mandamentos de Deus. Adão cedeu à tentação, e como temos a questão do pecado e suas conseqüências tão claramente exposta, podemos partir da causa para o efeito e ver que a importância do ato não é o que constitui pecado, e sim a desobediência à expressa vontade de Deus, que é uma negação virtual de Deus, rejeitando as leis de Seu governo. A felicidade do homem está em sua obediência às leis de Deus. Ao obedecer-lhes, é como se ele fosse circundado por uma cerca e protegido do mal. Nenhum homem pode ser feliz ao abandonar os requisitos específicos de Deus e estabelecer critérios próprios que ele acha que pode com segurança. Se fosse assim, haveria uma variedade de critérios a serem ajustados às diferentes mentalidades, o controle seria arrebatado das mãos de Deus, e os seres humanos assumiriam o governo. A lei do egoísmo seria enaltecida, a vontade do homem se tornaria suprema, e quando a elevada e santa vontade de Deus fosse apresentada a fim de ser obedecida, respeitada e honrada, a vontade humana desejaria seguir as suas próprias inclinações, e haveria conflito entre o instrumento humano e o divino. A queda de nossos primeiros pais quebrou a cadeia dourada de implícita obediência da vontade humana à divina. A obediência não mais é considerada uma necessidade absoluta. Os instrumentos humanos seguem suas próprias invenções, as quais o Senhor disse que eram continuamente más, ao Se referir aos habitantes do mundo antigo. O Senhor Jesus declara: “Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai” (Jo 15:10). Como? Como homem. Eis que venho para fazer a Tua vontade, ó Deus. Às acusações dos judeus Ele respondeu com o Seu caráter puro, virtuoso e santo, e os desafiou dizendo: “Quem dentre vós Me convence de pecado?” (Jo 8:46). O Filho unigênito do infinito Deus, através de Suas palavras e de Seu exemplo prático, deixou-nos um modelo simples, que devemos imitar. Por Suas palavras Ele nos ensinou a obedecer a Deus, e por experiência própria nos mostra como podemos obedecer-Lhe (RC, p. 48, 332).
A Lei e a Felicidade Porquanto o que fora impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o Seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado. Romanos 8:3 A felicidade do homem precisa ser sempre salvaguardada pela lei de Deus. Somente na obediência podem eles achar a verdadeira felicidade. A lei é a cerca que Deus pôs em torno de Sua vinha. Os que lhe obedecem, são por ela protegidos do mal. Em transgressão, Adão se tornou uma lei para si mesmo. Pela desobediência trouxe sobre si a escravidão. Assim, um elemento discordante, nascido do egoísmo, atingiu os seres humanos. A vontade deles e a vontade de Deus já não mais se harmonizavam. Adão tinha se unido às forças desleais, e a vontade própria entrou em campo. Através de Cristo o verdadeiro padrão é apresentado. Ele possibilitou que a humanidade pudesse mais uma vez se unir a Deus. Ele veio assumir a sentença de morte pelo transgressor. Nenhum preceito da lei podia ser alterado para receber o homem e a mulher em sua condição caída; por essa razão Cristo deu a Sua vida em favor deles, para sofrer em seu lugar a penalidade da desobediência. Essa foi à única maneira de salvar a humanidade, a única maneira pela qual poderia ser demonstrado que é possível guardar a lei. Cristo veio à Terra e se colocou na mesma posição em que Adão estava, vencendo onde Adão falhou. Ele se fez para nós sabedoria, justiça, santificação e redenção. Antes da fundação do mundo, Cristo prometeu que daria Sua vida como resgate se o homem e a mulher se desviassem de sua lealdade a Deus. Ele revelou Seu amor humilhando a Si mesmo, deixando o Céu para viver entre os seres humanos caídos, desordenados e sem lei. Por si mesmos não poderiam lutar contra o inimigo. Cristo oferece a Si mesmo, e a tudo o que tem – Sua glória, Seu caráter – para servir àqueles que retornam à lealdade e guardam a lei de Deus. Essa é a única esperança para eles. Cristo diz definitivamente: Eu não vim para destruir a lei. Ela é um transcrito do caráter de Deus. Eu vim para cumprir todas as suas especificações. Vim para vindicá-la ao viver a natureza humana, dando exemplo de perfeita obediência (ST, 13/6/1900).
A Recompensa da Obediência Filhos, em tudo obedecei a vossos pais; pois fazê-lo é grato diante do Senhor. Colossenses 3:20 Filhos que desonram e desobedecem aos pais, e não levam em conta seus conselhos e instruções, não podem ter parte na Terra renovada. A Terra purificada não será lugar para o filho ou filha rebelde, desobediente, ingrato. A menos que aprendam obediência e submissão aqui, jamais a aprenderão; a paz dos redimidos não será perturbada por filhos desobedientes, indisciplinados, insubmissos. Nenhum transgressor do mandamento pode herdar o reino do Céu. O que os jovens tiverem que fazer, mediante palavras ou ações, deve ser feito em nome de Jesus, dando graças a Deus, o Pai, por Ele. Vi que poucos jovens compreendem o que é ser cristãos, ser semelhantes a Cristo. Precisam aprender as verdades da Palavra de Deus antes de poderem conformar sua vida com o Modelo. Não há um jovem entre vinte que tenha experimentado em sua vida aquela separação do mundo que o Senhor exige de todos os que se tornam membros de Sua família, filhos do Rei celestial. “Portanto, ‘saiam do meio deles e separem-se’, diz o Senhor. ‘Não toquem em coisas impuras, e Eu os receberei; e lhes serei Pai, e vocês serão Meu filhos e Minhas filhas’, diz o Senhor Todo-poderoso” (2Co 6:17, 18, NVI). Que promessa é feita aqui sob condição de obediência! Estão vocês dispostos a libertar-se de amigos e parentes ao decidirem obedecer às elevadas verdades da Palavra de Deus? Sejam corajosos, Deus fez provisão para vocês. Seus braços estão abertos para recebê-los. Saiam do meio deles e separem-se, não toquem “em coisas impuras” (2Co 6:17), e Ele os receberá. Ele promete ser um Pai para vocês. Oh, que parentesco esse! Mais elevado e santo do que qualquer laço terrestre. Se fizerem o sacrifício, se for preciso deixar pai, mãe, irmãs, irmãos, esposa e filhos por amor a Cristo, vocês não ficarão sem amigos. Deus os adotará em Sua família; vocês se tornarão membros da casa real, filhos e filhas do Rei que governa no Céu dos céus. Podem vocês desejar posição maior do que essa promessa? Isso não é suficiente? (T1, p. 497, 498, 510).
Famílias que Glorificam a Cristo Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele. Provérbios 22:6 Deve-se ensinar às crianças que elas são parte de um lar sólido. Elas são alimentadas, vestidas, amadas e cuidadas; e precisam responder a esses muitos favores trazendo toda a felicidade possível à família da qual são membros. Assim se tornam filhos de Deus, missionários no círculo do lar. Se os pais negligenciarem a educação de seus filhos, estão privando-os do que é necessário para o desenvolvimento simétrico e completo do caráter, que seria a maior bênção para eles em toda a vida. Quando se permite que as crianças sigam seus próprios caminhos, elas recebem a idéia de que seus desejos e vontades devem ser satisfeitos. Educadas deste modo, elas levam a toda a sua experiência religiosa as deficiências da educação do lar. Deus deseja que nossas famílias sejam símbolos da família do Céu. Que os pais e filhos conservem em mente este fato cada dia, mantendo entre si relações de membros da família de Deus. Então sua vida será de tal natureza que dará ao mundo uma lição objetiva do que podem ser famílias que amam a Deus e guardam os Seus mandamentos. Cristo será glorificado; Sua paz, graça e amor impregnarão o círculo da família como um precioso perfume. A vida dos filhos de missionários cristãos será uma linda oferta a Deus. Isso alegrará o coração de Jesus, e será considerada por Ele como a mais preciosa oferta que pode receber. Que o Senhor Jesus Cristo seja adorado em cada família. Se os pais derem aos filhos a devida educação, eles mesmos ficarão felizes ao ver os frutos da cuidadosa instrução expressos num caráter semelhante ao de Cristo. Estão fazendo para Deus a mais sublime obra ao apresentar ao mundo famílias bem ordenadas e disciplinadas, famílias que não apenas temem ao Senhor, mas que O honram e O glorificam pela influência que exercem sobre outras famílias; e receberão o galardão (RH, 17/11/1896).
Paz e Felicidade E, reconhecido em figura humana, a Si mesmo Se humilhou, tornando-Se obediente até à morte e morte de cruz. Filipenses 2:7, 8
Temos diante de nós a maravilhosa possibilidade de ser semelhantes a Cristo: obedientes a todos os princípios da lei de Deus. Porém, por nós mesmos, somos completamente impotentes para alcançar esse estado. Tudo que existe de bom no homem vem por meio de Cristo. A santidade que a Palavra de Deus declara que precisamos ter antes que possamos ser salvos é resultado da atuação da graça divina, ao nos prostrarmos em submissão à disciplina e à moderadora influência do Espírito de verdade. A obediência do ser humano só pode ser aperfeiçoada pelo incenso da justiça de Cristo, que enche de divina fragrância cada ato de verdadeira obediência. A parte do cristão é perseverar em vencer cada uma das faltas. Deve orar constantemente ao Salvador que cure as perturbações de seu coração. Ele não possui a sabedoria e força sem as quais não pode vencer. Elas pertencem ao Senhor, e Ele as concede àqueles que, humildes e contritos, buscam Seu auxílio. A razão pela qual muitos que uma vez conheceram e amaram o Salvador estão agora em trevas, vagando longe dEle, é que em presunção e auto-suficiência seguiram as próprias inclinações. Não andaram nos caminhos do Senhor – o único caminho de paz e felicidade. Pela desobediência se excluíram de receber as bênçãos de Deus, quando pela obediência poderiam ter avançado em Sua força. A enorme evidência dada por Deus, de que Ele deseja a salvação de todos, será a condenação dos que recusam o dom do Céu. No último e grande dia, quando todos serão recompensados ou punidos de acordo com a obediência ou desobediência, a cruz do Calvário aparecerá nitidamente aos que estão perante o Juiz de toda a Terra, para receber a sentença para a eternidade. Eles foram habilitados a compreender algo do amor que Deus manifestou pelos seres humanos caídos. Vêem o quanto Ele foi desonrado pelos que continuaram em transgressão, preferindo ficar ao lado de Satanás, e mostrando desprezo para com a lei de Deus. Eles verão que a obediência a essa lei lhes teria trazido vida, saúde, prosperidade e eterno bem (RH, 15/3/1906). 20/02/2009 Deus seja contigoooooooo.... Amigo uma boa viagem!!!!Escolhi-te quando estávas na fornalha da aflição Isaias 48.10
Não é a palavra como chuva suave amenizando a fúria das chamas? Não é ela 1 armadura de arbesto, contra a qual o fogo q não tem poder? – Que venha a aflição - Deus te Escolheu! Pobreza você pode bater a porta, Deus já esta nesta casa me escolheu! Doença você pode intrometer-se, pois eu tenho 1 bálsamo pronto, o de Cristo – Deus me escolheu! Venha o que vier neste vale de lágrimas, eu sei que Ele me escolheu, O GRANDE EU SOU, me escolheu! Não temas, o Senhor Jesus está com você!- Em todas as suas ardentes provações, a presença Dele é o seu conforto, segurança E TUA VITÓRIA!. Ele nunca abandonará a quem escolheu para si mesmo. Não temas, porque EU sou contigo é a promessa segura que Ele dá aos seus escolhido que estão na fornalha da aflição. O fardo do sofrimento parece uma lápide pendurada ao nosso pescoço, quando na verdade é o peso necessário para conservar no fundo um mergulhador,que está em busca de pérolas. NA ÁGUA OU FORNALHA
Sopro do Vento Refrigera a ALMA; mas o Sopro do Espírito Santo que vai na tua direção sopra poder, autoridade, vida e paz; sopra palavra, sopra salvação de ALMAS; o Sopro do Vento é como um Planador Voando nos Céus, conduzindo uma ALMA as mais Altas nuvens; mas o Sopro do Espirito Santo nos Conduz como ESTRELA Brilhante na direção do meu REI; Se os Passaros Voam e nos o contemplamos o seu Voar; imagine então a tua palavra voando com muita unção em direção as ALMAS que recebem o Sopro do Espirito Santo; DEUS manda dizer: UM Passo; DOIS Passos; TRES Z Passos é o suficiente para Marchar para milhares e milhares de Kilômetros; Deus diz: Voar com a Minha Palavra é entender que a liberdade de muitos Cativeiros Virão pela Palavra que Sopra o Vento na Direção das ALMAS.ISAIAS 40:31 Mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão.
Leia Salmo 1 e 40 Amigos tenham fé... Em algum lugar tem alguém olhando por ti!!!!!JESUS não tem um MSN... Mas ele está online todo o tempo... Você não precisa adicionar Ele, Pois Ele, já te adicionou, Antes mesmo do seu nascimento... Ele é quem você precisa procurar, e conversar... É tão fácil conversar com Ele... Pq você é muito especial... *Se Deus tivesse um porta-retratos, sua foto estaria nele... *Se Deus tivesse uma carteira levaria sua foto nela... *Ele te manda flores em toda a Primavera... *Ele te manda o nascer do sol a cada manhã... *A qualquer momento que você quiser conversar, Ele te escuta... *Ele pode morar em qualquer lugar do Universo, mas escolheu seu coração... *É isso, Ele é louco por você... *Deus não prometeu dias sem dor, risos sem sofrimento, sol sem chuva... Mas prometeu força para o dia, conforto para as lágrimas e luz para o caminho...
NO MEU COMPUTADOR DESCOBRI QUE POSSO FAZER ALGO P/GLORIFICAR O NOME DO SENHOR.E VEIO-ME A VONTADE DE ORAR POR VOCÊ
===========VAMOS ORAR ?================
DEUS EM NOME DO TEU FILHO AMADO JESUS CRISTO, PEÇO NESTA HORA QUE O SENHOR ABENÇOE ESTA VIDA COM TODA A SORTE DE BENÇÃO. SEJA ELA NA, AREA FÍSICA, FINANCEIRA, ESPIRITUAL, CONJUGAL , FAMILIAR... PAI!SE POR ALGUM MOTIVO O INIMIGO ESTEJA TRAMANDO ALGO P/ATRAPALHAR OS SEUS PLANOS E SONHOS, NESTA HORA SEJA DESFEITO TODO MAL EM NOME DO SENHOR JESUS.ENVIA ANJOS AO REDOR DESTA VIDA,ENTREGA EM SUAS MÃOS A SUA VITÓRIA,P/QUE O SEU NOME SEJA GLORIFICADO ATRAVÉS DESTA ORAÇÃO.
Um homem caminhava pela praia numa noite de lua cheia e pensava:
Se tivesse um carro novo, seria feliz... Se tivesse uma casa grande, seria feliz... Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz... Se tivesse uma família perfeita, seria feliz...
Nesse momento, tropeçou em uma pequena sacola cheia de pedras e começou jogá-las uma a uma no mar. E a cada vez dizia: Seria feliz se tivesse... Assim fez até que restou apenas uma pedrinha, que decidiu guardar. Ao chegar em casa percebeu que aquela pedrinha tratava-se de um diamante muito valioso. Quantos diamantes teria jogado ao mar sem parar para pensar? Muitas vezes nós também jogamos fora nossos preciosos tesouros, esperando o que acreditamos ser perfeito. Se você ainda não pode ter o que sonha, Dê valor e ame o que você tem! bom dia paz do senhor é verdade Bem aventurados os pobres de espírito, dele só Reino dos céus, e os que choram, os mansos , os que tem fome ,os misericordiosos os limpos de coração, os pacificadores , os que sofrem , persegui bem aventurados sois vos Exaltai e alegrai-vos porque é grande o vosso galardão nos céus MATEUS 5
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Uma mulher que conduzia um automóvel com seus filhos é a protagonista Já procurei por todos os lados mas não pude encontrar o pai. AMIGOS.
17/02/2009 Uma ótima terça feira!!!!!!!!!!!!!!!
Oração Antes das Reuniões Chegai-vos a Deus, e Ele Se chegará a vós outros. Purificai as mãos, pecadores; e vós que sois de ânimo dobre, limpai o coração. Humilhai-vos na presença do Senhor, e Ele vos exaltará. Tiago 4:8, 10 Eis uma obra na qual as famílias se devem empenhar antes de ir às nossas santas convocações. Que o preparo da comida e do vestuário seja uma questão secundária, que se comece, já em casa, profundo exame de coração. Orem três vezes ao dia, e, como Jacó, sejam importunos. É em casa o lugar de encontrar a Jesus; então O levem consigo à reunião, e quão preciosas serão as horas que ali passarem. Mas como poderão esperar sentir a presença de Deus, e ver a manifestação de Seu poder, quando a obra de preparo para essa ocasião é negligenciada? Por amor à sua salvação, por amor a Cristo, e por amor aos outros, trabalhem com a família. Orem como não estão acostumados a orar. Quebrante-se o coração diante de Deus. Ponham sua casa em ordem. Preparem seus filhos para essa ocasião. Ensinem a eles que não é de tanta importância que apareçam com finas vestes, como que se apresentem diante de Deus com mãos limpas e coração puro. Removam cada obstáculo que esteja no caminho – todas as diferenças que possam ter existido entre eles mesmos ou entre vocês e eles. Assim fazendo, convidarão a presença de Deus em seu lar e os santos anjos os acompanharão ao irem à reunião, e a luz e a presença deles afugentarão as trevas dos anjos maus. Oh, quanto se perde pela negligência dessa importante obra! Vocês poderão até apreciar a pregação e ficar animados e reavivados, mas o poder convertedor e reformador de Deus não será sentido no coração, e a obra não será tão profunda, completa e duradoura como deveria. Que o orgulho seja crucificado e a pessoa vestida com o precioso manto da justiça de Cristo, e que a reunião lhe proporcione alegria. Ela será para o seu espírito como que a porta do Céu. A mesma obra de humilhação e exame de coração deveria ser feita também na igreja, para que todas as diferenças e malquerenças entre os irmãos possam ser postas de lado, antes de comparecerem diante do Senhor. Comecem essa obra com determinação, pois, se vocês vierem às reuniões com dúvidas, murmurações e disputas, atrairão os anjos maus para o acampamento e trarão trevas aonde quer que forem (T5, p. 164, 165).
Contemplando a Cristo em Oração E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado. João 3:14 Por toda parte do acampamento israelita havia sofredores e mortos que tinham sido feridos pela picada mortal da serpente. Mas Jesus Cristo falou através coluna de nuvem, e deu instruções por meio das quais o povo podia ser curado. A promessa foi feita de que todo aquele que olhasse para a serpente de bronze viveria; e para os que olharam a promessa foi cumprida. Mas se alguém dissesse: “Que bem me fará olhar? Eu certamente morrerei pela picada mortal da serpente”; se eles continuassem a falar de suas feridas mortais, e declarassem que seus casos eram incorrigíveis, e não cumprissem o simples ato da obediência, morreriam. Porém, todos os que olharam viveram. Nossa atenção se volta agora ao Grande Médico. “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” Enquanto olharmos para os nossos pecados, falarmos de nossa triste condição e lamentarmos, nossas feridas e chagas em putrefação persistirão. Unicamente quando tiramos nossos olhos de nós mesmos, e os fixamos no Salvador suspenso, é que nossa alma encontra esperança e paz. O Senhor fala conosco através de Sua Palavra, convidando-nos: “Olhe e viva.” “Aquele que recebeu Seu testemunho, certificou-se que Deus é verdadeiro. Pois aquele a quem Deus enviou falou as Suas palavras: pois Deus não deu o Espírito por medida. O Pai amou o Filho, e às suas mãos confiou todas as coisas. Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna.” Há muitas razões pelas quais devemos ser encorajados a esperar pela nossa salvação. Toda provisão para a nossa salvação foi feita em Jesus Cristo. Não importa quais tenham sido nossos pecados e fraquezas, há uma fonte aberta na casa de Davi para todo pecado e impureza. “Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.” Esta é a palavra do Senhor. Iremos nós aceitá-la? Iremos nós confiar nEle? (ST, 2/4/1894). Orações de uma Mulher Piedosa Por este menino orava eu; e o Senhor me concedeu a petição que eu Lhe fizera. 1 Samuel 1:27 Elcana, levita do Monte Efraim, era homem de riqueza e influência, e um dos que amavam e temiam ao Senhor. Sua esposa, Ana, era mulher de fervorosa piedade. A bênção tão ansiosamente buscada por todo hebreu era negada a esse bom casal; seu lar não se alegrava com vozes infantis; e o desejo de perpetuar seu nome levou o esposo – assim como já havia levado muitos outros – a contrair um segundo casamento. Mas este passo, motivado pela falta de fé em Deus, não trouxe felicidade. Filhos e filhas foram acrescentados à família; mas a alegria e beleza da sagrada instituição de Deus foram frustradas, e interrompida a paz da família. Penina, a nova esposa, era ciumenta e de mente estreita, e conduzia-se com orgulho e insolência. Para Ana, parecia que a esperança estava destruída, e sua vida era um pesado fardo. [Ana] lançou diante de Deus o fardo que ela não podia repartir com um amigo terrestre. Rogou ansiosamente que lhe tirasse a ignomínia, e lhe concedesse o precioso dom de um filho que ela criaria e educaria para Ele. E fez um voto solene de que, se seu pedido fosse satisfeito, dedicaria o filho a Deus, desde o seu nascimento. A oração de Ana foi atendida; recebeu a dádiva que tão fervorosamente havia rogado. Olhando para o filho, chamou-o Samuel – “pedido a Deus” (1Sm 1:8, 10, 14-16, 20). Logo que o pequeno teve idade suficiente para separar-se de sua mãe, ela cumpriu seu voto. De Siló, Ana voltou silenciosamente para o seu lar em Ramá, deixando o menino Samuel para ser educado para o serviço da casa de Deus, sob a instrução do sumo sacerdote. Desde o primeiro despontar da inteligência do filho, ela lhe ensinara a amar e reverenciar a Deus, e a considerar-se como sendo do Senhor. Por meio de todas as coisas conhecidas que o cercavam, ela procurou elevar seus pensamentos ao Criador. Depois de separada de seu filho, a solicitude da fiel mãe não cessou. Cada dia ele era objeto de suas orações. Não pedia para o filho grandezas terrenas, mas rogava fervorosamente que ele pudesse alcançar aquela grandeza a que o Céu dá valor – que honrasse a Deus e abençoasse seus semelhantes (PP, p. 569, 570, 572).
Orar em Nome de Jesus E tudo quanto pedirdes em Meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Se Me pedirdes alguma coisa em Meu nome, Eu o farei. João 14:13, 14 O Senhor fica decepcionado quando Seu povo se estima a si mesmo como de pouco valor. Ele deseja que Sua escolhida herança se avalie segundo o preço que lhe deu. Deus a queria, do contrário não enviaria Seu Filho em tão dispendiosa missão de redimi-la. Tem para eles uma utilidade, e agrada-Se muito quando Lhe fazem os maiores pedidos, a fim de que Seu nome seja glorificado. Se têm fé em Suas promessas, podem esperar grandes coisas. Mas orar em nome de Cristo significa muito. Quer dizer que havemos de aceitar Seu caráter, manifestar Seu espírito e fazer Suas obras. A promessa do Salvador é dada sob condição. “Se Me amardes”, diz, “guardareis os Meus mandamentos” (Jo 14:15). Ele salva os homens, não em pecado, mas do pecado; e os que O amam manifestarão seu amor pela obediência. Toda a verdadeira obediência vem do coração. Daí procedia também a de Cristo. E se consentirmos, Ele Se identificará de tal forma com os nossos pensamentos e ideais, dirigirá nosso coração e espírito em tanta conformidade com o Seu querer, que, obedecendo-Lhe, estaremos seguindo nossos próprios impulsos. A vontade, refinada, santificada, encontrará seu mais elevado deleite em fazer o Seu serviço. Quando conhecermos a Deus como nos é dado o privilégio de conhecer, nossa vida será de contínua obediência. Mediante o apreço do caráter de Cristo, por meio da comunhão com Deus, o pecado se tornará aborrecível para nós. Não podemos depender da humanidade quanto a conselhos. O Senhor nos ensinará nosso dever com tanta boa vontade como o faz a qualquer outro. Ele nos transmitirá pessoalmente os Seus mistérios se nos achegarmos com fé. Nosso coração se inflamará muitas vezes dentro de nós ao aproximar-Se Alguém para comungar conosco como fez com Enoque. Os que decidem não fazer, em qualquer sentido, coisa alguma que desagrade a Deus, depois de Lhe apresentarem seu caso saberão a orientação que hão de tomar. E não receberão unicamente sabedoria, mas força. Receberão poder para a obediência e para o serviço, como Cristo prometeu (DTN, p. 668).
Crescimento Espiritual Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á. Mateus 7:7, 8 Os pastores [e todos] que quiserem trabalhar com eficácia pela salvação de pessoas devem ser tanto estudantes da Bíblia, como homens de oração. É pecado tentar ensinar a Palavra a outros, enquanto negligenciamos seu estudo. Todos os que têm consciência do valor das pessoas fugirão para a fortaleza da verdade, onde poderão ser providos de sabedoria, conhecimento, força, e poder divino para fazer a obra de Deus. Não devem descansar sem a santa unção vinda do alto. Muita coisa está em risco para que ousem ser descuidados em relação ao desenvolvimento de sua espiritualidade. Ministros de Cristo [e outros] a quem Deus fez depositários de Sua lei, vocês têm uma verdade impopular. Vocês devem levar essa verdade ao mundo. Advertências devem ser dadas em preparação para o grande dia de Deus. Vocês devem buscar aqueles cujo coração está endurecido pelo pecado e pelo amor ao mundo. Oração contínua e fervorosa, e dedicação à beneficência, os colocarão em comunhão com Deus. Sua mente e coração absorverão um senso de coisas celestiais, e a unção celestial, resultante da conexão com Deus, será derramada sobre vocês. Isso tornará seu testemunho poderoso para convencer e converter. Sua luz não será inconstante, mas seu caminho será iluminado com o brilho celeste. Deus é todo-poderoso e o Céu está cheio de luz. Vocês devem tão somente usar os meios que Deus colocou sob seu controle para obter a bênção divina. Estejam constantemente em oração. Vocês são um perfume de vida para a vida, ou de morte para a morte. Ocupam uma posição de imensa responsabilidade. Eu lhes imploro que aproveitem o tempo. Aproximem-se de Deus em súplica, e serão como uma árvore plantada junto a ribeiros de águas, cujas folhas estão sempre verdes, e cujos frutos aparecem na devida estação. Simplesmente se dirijam a Deus, confiem em Suas palavras, e permitam que suas ações sejam sustentadas pela fé viva em Suas promessas. Deus não requer de vocês orações eloqüentes e raciocínio lógico, apenas um coração humilde e contrito, pronto e desejoso de aprender dEle (RH, 8/8/1878).
Andar com Deus Andou Enoque com Deus; e, depois que gerou a Metusalém, viveu trezentos anos; e teve filhos e filhas. Andou Enoque com Deus e já não era, porque Deus o tomou para Si. Gênesis 5:22, 24 Enquanto estamos empenhados em nosso trabalho diário, devemos erguer a alma ao Céu em oração. Essas silenciosas petições ascendem como incenso perante o trono da graça; e o inimigo é confundido. O cristão cujo coração é assim firmado em Deus, não pode ser vencido. Nenhuma arte maligna pode lhe tirar a paz. Todas as promessas da Palavra de Deus, todo o poder da graça divina, todos os recursos de Jeová, estão empenhados em lhe garantir livramento. Foi assim que Enoque andou com Deus. E Deus era com ele, um socorro presente em todas as ocasiões de necessidade. A oração é a respiração da alma. É o segredo do poder espiritual. Nenhum outro meio de graça a pode substituir e manter a saúde da alma. A oração põe a alma em imediato contato com a Fonte da vida, e fortalece os nervos e músculos da vida religiosa. Negligenciem o exercício da oração, ou se dediquem a ela de vez em quando, sem persistência, quando parecer conveniente, e perderão sua firmeza em Deus. As faculdades espirituais perdem sua vitalidade, a experiência religiosa carece de saúde e vigor. Coisa maravilhosa é podermos orar com eficácia; indignos e faltosos mortais possuírem o poder de apresentar a Deus os seus pedidos! Que mais alto poder pode o homem desejar do que este – estar ligado ao infinito Deus? O ser humano fraco e pecador tem o privilégio de falar com seu Criador. Podemos proferir palavras que cheguem ao trono do Rei do Universo. Podemos falar com Jesus ao caminhar, e Ele diz: Acho-Me à tua mão direita (Sl 16:8). Podemos ter comunhão com Deus no coração; andar na companhia de Cristo. Quando empenhados em nossos trabalhos diários, podemos exalar o desejo de nosso coração, de maneira inaudível aos ouvidos humanos; mas essas palavras não perecerão em silêncio, nem serão perdidas. Coisa alguma pode sufocar o desejo da alma. Ele se ergue acima do burburinho das ruas, acima do barulho das máquinas. É a Deus que estamos falando e nossa oração é ouvida (MJ, p. 249, 250). 16/02/2009 Amo a Jesus... Mas não entendo o seu propósito comigo!Ore em Silêncio Alegre-se o coração dos que buscam o Senhor. Buscai o Senhor e o Seu poder, buscai perpetuamente a Sua presença. 1 Crônicas 16:10, 11 A oração não é compreendida como devia ser. Nossa oração não deve ter o fim de informar a Deus sobre qualquer coisa que Ele não sabe. O Senhor conhece os segredos de cada alma. Nossas súplicas não necessitam ser longas e em voz alta. Deus lê os pensamentos ocultos. Podemos orar em segredo, e Aquele que vê secretamente ouvirá, recompensando-nos publicamente. As orações feitas a Deus para falar-Lhe de toda a nossa indignidade, quando não nos sentimos absolutamente indignos, são orações hipócritas. É a oração contrita que o Senhor atende. “Porque assim diz o Alto e o Sublime que habita na eternidade, e cujo nome é santo: Num alto e santo lugar habito, e também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos, e para vivificar o coração dos contritos” (Is 57:15). A oração não tem o fim de operar qualquer mudança em Deus; ela nos põe em harmonia com Ele. Não ocupa o lugar do dever. Por mais freqüentes e fervorosas que sejam as orações feitas, jamais serão aceitas por Deus em lugar de nosso dízimo. A oração não paga nossas dívidas para com o Senhor. A força adquirida em oração a Deus nos preparará para os deveres diários. As tentações a que estamos diariamente expostos tornam a oração uma necessidade. Para sermos guardados pelo poder de Deus mediante a fé, os desejos do espírito devem estar continuamente ascendendo em silenciosa oração. Quando nos achamos circundados de influências de molde a nos desviar de Deus, nossas petições de auxílio devem ser infatigáveis. A menos que assim seja, jamais seremos bem-sucedidos em vencer o orgulho e o poder da tentação quanto a pecaminosas condescendências que nos separam do Salvador. A luz da verdade, santificando a vida, revelará ao que a recebe as pecaminosas paixões de seu coração, em luta pela predominância, e que lhe tornam necessários a distensão de cada nervo, o exercício de todas as suas forças para resistir a Satanás, a fim de poder vencer mediante os méritos de Cristo (MJ, p. 247, 248).
Oração Pelos Filhos Trouxeram-Lhe, então, algumas crianças, para que lhes impusesse as mãos e orasse; mas os discípulos os repreendiam. Mateus 19:13 No tempo de Cristo as mães levaram seus filhos para que Ele lhes impusesse as mãos e os abençoasse. Por este ato mostraram sua fé em Jesus e a intensa ansiedade do seu coração pelo bem-estar presente e futuro dos pequenos confiados a seu cuidado. Mas os discípulos não viram a necessidade de interromper o Mestre apenas para que notasse as crianças, e como estivessem afastando as mães, Jesus os repreendeu e ordenou à multidão que abrisse caminho para essas fiéis mães com seus filhinhos. Disse Ele: “Deixai vir a Mim os pequeninos e não os impeçais, porque dos tais é o reino de Deus” (Lc 18:16). Ao passarem as mães ao longo da poeirenta estrada e aproximando-se do Salvador, Ele viu a inadvertida lágrima e o trêmulo lábio como se oferecessem uma oração em favor dos filhos. Ouviu as palavras de repreensão dos discípulos e prontamente revogou a ordem. Seu grande coração de amor estava aberto para receber as crianças. Uma após outra, Ele as tomou nos braços e as abençoou, enquanto uma criancinha adormeceu, repousando tranqüilamente reclinada contra o Seu peito. Jesus falou palavras de encorajamento às mães sobre sua obra, e que alívio isto lhes trouxe ao espírito! Com que alegria se detiveram a falar sobre a bondade e misericórdia de Jesus, ao recordar a memorável ocasião! Suas graciosas palavras tinham removido o fardo de seu coração e infundiram nelas renovada esperança e coragem. Toda impressão de cansaço havia desaparecido. Esta é uma animadora lição às mães em todo o tempo. Depois de haverem feito o melhor possível pelo bem dos filhos, podem levá-los a Jesus. Mesmo o bebê nos braços maternos é precioso a Sua vista. E quando a mãe anseia por auxílio que ela sabe não poder dispensar-lhes, a graça que não lhes pode conceder, e lança-se juntamente com os filhos nos misericordiosos braços de Cristo, Ele os receberá e abençoará; lhes dará paz, esperança e felicidade, a ela e aos filhos (LA, p. 273, 274).
Uma Oração que nos Inclui Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dEle, lançaram sortes. Lucas 23:34 Uma grande multidão seguiu o Salvador ao Calvário, muitos zombando e injuriando, porém alguns estavam chorando e expressando Seu louvor. Aqueles a quem Ele havia curado de várias enfermidades, e aqueles a quem havia ressuscitado dos mortos, declaravam Suas maravilhosas obras com fervorosa voz, e procuravam saber o que Jesus tinha feito para ser tratado como malfeitor. Jesus não murmurou uma queixa; Seu rosto permaneceu calmo e sereno, mas Sua fronte tinha grandes gotas de suor. Não houve sequer uma mão piedosa para enxugar de Sua face o suor da morte, e nem palavras de simpatia e inabalável fidelidade para confortar Seu coração humano. Ele estava pisando sozinho o lagar; de todas as pessoas, ali, não havia uma com Ele. Enquanto os soldados executavam a terrível obra, e Ele sofria a mais aguda agonia, Jesus orava pelos Seus inimigos: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23:34). Seu pensamento passou da dor própria ao pecado dos que O perseguiam, e à terrível retribuição que lhes caberia. Não invocou qualquer maldição sobre os soldados que O estavam tratando tão rudemente. Não clamou por vingança contra os sacerdotes e príncipes que contemplavam com maligna satisfação o cumprimento de seu propósito, mas tão-somente Se apiedou deles em sua ignorância e culpa: “porque não sabem o que fazem”. Se soubessem que estavam torturando Aquele que viera salvar da eterna ruína a raça pecadora, teriam sido possuídos de remorso e horror. Sua ignorância, porém, não os isentava de culpa; pois era seu privilégio conhecer e aceitar a Jesus como seu Salvador. Eles rejeitaram todas as evidências, e não somente pecaram contra o Céu crucificando o Rei da Glória, mas pecaram contra os sentimentos mais comuns da humanidade ao aplicar uma morte torturante a um homem inocente. Jesus estava ganhando o direito de se tornar o Advogado da humanidade na presença do Pai. Aquela oração de Cristo pelos Seus inimigos abrangia o mundo inteiro, envolvendo cada pecador que deveria viver até o fim dos tempos (SP3, p. 152-154).
Sincera Busca Pela Verdade Iluminados os olhos do vosso coração, para saberdes qual é a esperança do Seu chamamento, qual a riqueza da glória da Sua herança nos santos. Efésios 1:18 Todo o saber e desenvolvimento real têm sua fonte no conhecimento de Deus. Para onde quer que nos volvamos, seja para o mundo físico, intelectual ou espiritual; no que quer que contemplemos, com exceção da mancha do pecado, revela-se esse conhecimento. Qualquer que seja o ramo de pesquisa a que nos dediquemos com sincero propósito de chegar à verdade, somos postos em contato com a Inteligência invisível e poderosa que opera em tudo e através de tudo. A mente humana é colocada em comunhão com a mente divina, o finito com o Infinito. O efeito de tal comunhão sobre o corpo, o espírito e a alma está além de qualquer avaliação. Quando Adão saiu das mãos do Criador, trazia em sua natureza física, intelectual e espiritual a semelhança de seu Criador. “E criou Deus o homem à Sua imagem” (Gn 1:27), e era Seu intento que quanto mais o homem vivesse, tanto mais plenamente revelasse essa imagem, refletindo mais completamente a glória do Criador. Todas as suas faculdades eram passíveis de desenvolvimento; sua capacidade e vigor deveriam aumentar continuamente. Vasto era o alvo oferecido a seu exercício, e glorioso o campo aberto à sua pesquisa. Aquela comunhão com seu Criador, face a face e toda íntima, era o seu alto privilégio. Houvesse ele permanecido fiel a Deus, e tudo isto teria sido seu para sempre. Pela desobediência, porém, isto se perdeu. Com o pecado, a semelhança divina ficou obscurecida, sendo quase totalmente apagada. Enfraqueceu-se a capacidade física do homem e sua capacidade mental diminuiu; sua visão espiritual foi ofuscada. Tornou-se sujeito à morte. Todavia, o ser humano não foi deixado sem esperança. Por infinito amor e misericórdia, foi concebido o plano da salvação, concedendo-se um tempo de graça. Restaurar no homem a imagem de seu Autor, levá-lo de novo à perfeição em que fora criado, promover o desenvolvimento do corpo, mente e espírito para que se possa realizar o propósito divino da sua criação – tal deve ser a obra da redenção. Este é o objetivo da educação, o grande objetivo da vida (Ed, p. 14-16).
Oração e Reforma Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e Me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, Eu ouvirei dos Céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. 2 Crônicas 7:14 Na oração profética oferecida por ocasião da dedicação do templo, Salomão havia suplicado: “Quando o Teu povo Israel for ferido diante do inimigo, por ter pecado contra Ti, e confessarem o Teu nome, e orarem e suplicarem a Ti nesta casa, ouve Tu então nos Céus, e perdoa o pecado do Teu povo Israel” (1Rs 8:33, 34). O selo da aprovação divina havia sido posto sobre essa oração; pois quando foi concluída, desceu fogo do Céu a fim de consumir a oferta queimada e os sacrifícios, e a glória do Senhor encheu o templo (2Cr 7:1). E à noite o Senhor apareceu a Salomão, para dizer-lhe que sua oração tinha sido ouvida, e que misericórdia seria mostrada aos que adorassem ali. Por muitos anos, a Páscoa não fora observada como festa nacional. A divisão do reino após o reinado de Salomão tinha feito com que isso parecesse impraticável. Mas os terríveis juízos suspensos sobre as dez tribos estavam despertando no coração de alguns o desejo por coisas melhores; e as estimuladoras mensagens dos profetas estavam manifestando o seu efeito. Os impenitentes se retraíram levianamente; apesar disso, alguns, ansiosos de buscar a Deus para um conhecimento mais claro de Sua vontade, “se humilharam, e vieram a Jerusalém” (2Cr 30:10, 11) (PR, p. 335-337). Para o ferido Israel só havia um remédio – afastar-se dos pecados que haviam atraído sobre eles a mão punidora do Onipotente, e tornar-se para o Senhor com inteiro propósito de coração. A eles fora dada a certeza: “Se Eu cerrar os céus de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o Meu povo; se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e Me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, Eu ouvirei dos Céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cr 7:13, 14). Foi para fazer com que chegassem a essa bendita conclusão, que Deus continuou a reter deles o orvalho e a chuva até que acontecesse uma decidida reforma (PR, p. 128). Deus é tudo em nossa vida.............Submissão à Vontade de Deus Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do homem. Lucas 21:36
Orem freqüentemente ao Pai celestial. Quanto mais vezes você se empenharem em oração, tanto mais serão atraídos em sagrada proximidade de Deus. O Espírito Santo fará intercessão pelo suplicante sincero, com gemidos inexprimíveis, e o coração será abrandado e sensibilizado pelo amor de Deus. As nuvens e sombras que Satanás lança em torno da vida serão espancadas pelos brilhantes raios do Sol da Justiça, e as recâmaras da mente e do coração serão iluminadas pela luz do Céu. Mas não desanimem se suas orações não parecem alcançar resposta imediata. O Senhor vê que a oração é muitas vezes misturada com coisas terrenas. Os homens oram pedindo aquilo que satisfaça seus desejos egoístas, e o Senhor não os atende da maneira que esperam. Leva-os através de provas e aflições, conduzindo-os através de humilhações, até que vejam mais claramente quais são suas necessidades. Ele não dá aos homens aquilo que satisfaça um apetite pervertido, e que se demonstraria um mal ao agente humano, tornando-o uma desonra para Deus. Não concede aos homens aquilo que satisfaça suas ambições, resultando apenas em exaltação própria. Quando vamos a Deus, temos de ser submissos e contritos de coração, subordinando tudo a Sua sagrada vontade. No jardim do Getsêmani, Cristo orou ao Pai, dizendo: “Meu Pai, se possível, passa de Mim este cálice!” O cálice que Ele pedia que fosse removido, e que se aparentava tão amargo a Sua vida, era o cálice da separação de Deus, em conseqüência do pecado do mundo. Aquele que era perfeitamente inocente e irrepreensível diante de Deus Se tornou como alguém que fosse culpado, de modo que o culpado pudesse ser perdoado e permanecer inocente diante de Deus. Quando Lhe foi assegurado que o mundo não poderia ser salvo a não ser através de Seu sacrifício, Ele afirmou: “Todavia, não seja como Eu quero, e sim como Tu queres” (Mt 26:39). O espírito de submissão revelado por Cristo ao apresentar a Deus Sua oração é o espírito que é aceitável a Deus. Que o pecador sinta sua necessidade, seu desamparo, sua nulidade; sejam invocadas todas as suas energias, num sincero desejo de auxílio, e o socorro virá (LC, p. 89). Perto de Deus Com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos. Efésios 6:18
Alguns não são piedosos por natureza e, portanto, devem encorajar e cultivar o hábito de examinar intimamente a própria vida e motivos, acariciando especialmente o amor pelas práticas religiosas e a oração particular. Freqüentemente, falam de dúvidas e descrença, e demoram-se nas grandes lutas que travam com sentimentos de infidelidade. Contemporizam com influências desencorajadoras que afetam sua fé, esperança e ânimo na verdade e no sucesso final do trabalho e da causa em que estão empenhados, fazendo parecer uma virtude especial o fato de ser achados ao lado dos duvidosos. Às vezes parecem realmente encontrar prazer em sua posição de infidelidade e fortalecer a descrença em toda circunstância que podem utilizar como desculpa para suas trevas. A esses eu gostaria de dizer: Seria melhor se caíssem de uma vez e deixassem os muros de Sião, até se tornarem homens convertidos. Mas, qual é a razão para essas dúvidas, escuridão e incredulidade? Eu respondo: Esses homens não são retos diante de Deus. Eles não estão lidando honesta e verazmente com o próprio coração. Têm negligenciado cultivar a piedade pessoal. Não se apartaram do egoísmo, do pecado e dos pecadores. Falharam em estudar a vida abnegada e de sacrifício próprio de nosso Senhor, e deixaram de imitar Seu exemplo de pureza, devoção e abnegação. O pecado que facilmente os assedia tem sido fortalecido pela condescendência. Pela própria negligência e pecado, separaram-se da companhia do divino Mestre. Estamos empenhados em uma obra elevada e sagrada. Aqueles que professam ter sido chamados para ensinar a verdade aos que se acham na escuridão, não devem ser instrumentos de descrença e trevas. Devem viver perto de Deus, onde podem refletir toda a luz do Senhor. A razão por não terem ainda atingido essa condição é não obedecerem à Palavra de Deus; por esse motivo, dúvidas e desânimo são expressos quando palavras de fé e santa disposição devem ser ouvidas (T2, p. 513, 514, 516).
Refletindo o Amor de Cristo Aquele que não poupou o Seu próprio Filho, antes, por todos nós O entregou, porventura, não nos dará graciosamente com Ele todas as coisas? Romanos 8:32 Quem pode medir o amor experimentado por Cristo para com um mundo perdido, ao pender Ele da cruz, sofrendo pelas culpas dos pecadores? Este amor foi imenso, infinito. Cristo mostrou que Seu amor era mais forte do que a morte. Ele estava realizando a salvação do homem; e embora sofresse o mais terrível conflito com os poderes das trevas, ainda em meio a tudo isso, Seu amor se tornou mais e mais forte. Foi pago o preço para comprar a redenção do homem, quando, no último conflito interior, foram proferidas as benditas palavras que pareceram ressoar através da criação: “Está consumado” (Jo 19:30). Não podemos sondar o comprimento, a largura, a altura e a profundidade de tão assombroso amor. A contemplação das incomparáveis profundidades do amor do Salvador deve encher a mente, tocar e sensibilizar o coração, refinar e enobrecer as afeições, transformando inteiramente todo o caráter. Alguns têm visão limitada quanto à expiação. Pensam que Cristo sofreu apenas pequena parte da pena da lei de Deus; julgam que, ao passo que a ira de Deus foi experimentada por Seu querido Filho, Este tinha, através de todos os Seus dolorosos sofrimentos, a demonstração do amor de Seu Pai e de Sua aceitação; que as portas do sepulcro se achavam iluminadas diante dEle por vívida esperança, e que Ele tinha a constante evidência de Sua futura glória. Eis um grande engano. A mais intensa angústia de Cristo era o senso do desagrado do Pai. Sua agonia mental por causa disso foi tão intensa, que o homem pode ter apenas uma pálida concepção a esse respeito. Esse é o amor que nenhuma linguagem pode exprimir. Ultrapassa o conhecimento. Grande é o mistério da piedade. Nosso espírito deve avivar-se, elevar-se e ser arrebatado com o tema do amor do Pai e do Filho do homem. Os seguidores de Cristo devem aprender aqui a refletir em certa medida aquele misterioso amor preparatório para a união com todos os remidos em tributar “ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro”, “ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre” (Ap 5:13) (T2, p. 212-215).
Força Espiritual Através da Oração Tendo-Se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava. Marcos 1:35 Como a vida de Jesus foi de contínua confiança, sustentada por contínua comunhão, em Seu serviço para o Céu, Ele não falhou nem vacilou. Diariamente assediado pela tentação, tendo a constante oposição dos guias do povo, Cristo sabia que devia fortalecer Sua humanidade mediante a oração. Para que fosse uma bênção aos homens, precisava comungar com Deus, obtendo dEle energia, perseverança e firmeza. O Salvador amava a solidão das montanhas para aí comungar com Seu Pai. Durante o dia trabalhava ativamente para salvar homens da destruição. Curava o enfermo, confortava o triste, ressuscitava o morto, e levava esperança e ânimo ao abatido. Terminado o trabalho do dia, ia noite após noite, para fora da confusão da cidade, e curvava-Se em oração ao Pai. Freqüentemente, alongava-Se em Suas súplicas por toda noite; mas voltava desses períodos de comunhão revigorado e refrigerado, preparado para o dever e a provação. Na hora da aflição, Ele Se voltava para Seu Pai. Sendo Ele próprio a fonte de bênçãos e força, podia curar os doentes e levantar os mortos; podia dar ordens à tempestade, e ela Lhe obedecia; todavia orava, muitas vezes com grande clamor e lágrimas. Ele orava por Seus discípulos, e por Si mesmo, identificando-Se assim com as criaturas humanas. Era um poderoso suplicante. Como Príncipe da vida, tinha poder com Deus, e prevalecia. Os que mais eficazmente ensinam e pregam são os que humildemente esperam em Deus, e aguardam ansiosamente Sua guia e graça. Vigiar, orar e trabalhar – eis a divisa do cristão. A vida de um verdadeiro cristão é de oração constante. Ele sabe que a luz e as forças de hoje não bastam para as provas e conflitos de amanhã. Satanás está continuamente mudando suas tentações. Cada dia seremos colocados em circunstâncias diversas; e, nas novas cenas que nos esperam, nos veremos rodeados de novos perigos, e constantemente assaltados por novas e inesperadas tentações. É unicamente mediante a resistência e a graça obtidas do Céu que podemos esperar fazer frente às tentações e cumprir os deveres que se acham diante de nós (OE, p. 255-258).
Pedindo Sabedoria e Poder Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por Ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. Salmo 42:1, 2
Aqueles foram dotados com poder do alto, no Pentecostes, não ficaram isentos de tentações e provas, por causa disso. Enquanto testemunhavam da verdade e da justiça, eram repetidamente assediados pelo inimigo de toda a verdade, que procurava despojá-los de sua experiência cristã. Eram compelidos a lutar com todas as forças dadas por Deus, a fim de alcançar a estatura de homens e mulheres em Cristo Jesus. Oravam diariamente por novos suprimentos de graça, para que pudessem subir mais e mais na escala da perfeição. Sob a operação do Espírito Santo, mesmo os mais fracos, pelo exercício da fé em Deus, aprendiam a melhorar as faculdades conseguidas, e a se tornarem santificados, refinados e enobrecidos. Tendo se submetido em humildade à modeladora influência do Espírito Santo, recebiam a plenitude da Divindade e eram modelados à semelhança do divino. O tempo decorrido não operou qualquer mudança na promessa dada por Cristo ao partir, ou seja, de enviar o Espírito Santo como Seu representante. Não é por qualquer restrição da parte de Deus que as riquezas de Sua graça não fluem para a Terra em favor dos homens. Se o cumprimento da promessa não é visto como poderia ser, é porque a promessa não é apreciada como deveria ser. Se todos estivessem dispostos, todos seriam cheios do Espírito. Onde quer que a necessidade do Espírito Santo seja um assunto de que pouco se pense, ali se verá sequidão espiritual, declínio, morte e escuridão espirituais. Grupos de obreiros cristãos devem se reunir para suplicar auxílio especial, sabedoria celestial, para que saibam como planejar e executar sabiamente. Devem orar especialmente para que Deus batize Seus embaixadores escolhidos nos campos missionários, com uma rica medida do Seu Espírito. A presença do Espírito com os obreiros de Deus dará à proclamação da verdade um poder que nem toda a honra ou glória do mundo dariam (AA, p. 49-51).
Ore em Silêncio Alegre-se o coração dos que buscam o Senhor. Buscai o Senhor e o Seu poder, buscai perpetuamente a Sua presença. 1 Crônicas 16:10, 11
A oração não é compreendida como devia ser. Nossa oração não deve ter o fim de informar a Deus sobre qualquer coisa que Ele não sabe. O Senhor conhece os segredos de cada alma. Nossas súplicas não necessitam ser longas e em voz alta. Deus lê os pensamentos ocultos. Podemos orar em segredo, e Aquele que vê secretamente ouvirá, recompensando-nos publicamente. As orações feitas a Deus para falar-Lhe de toda a nossa indignidade, quando não nos sentimos absolutamente indignos, são orações hipócritas. É a oração contrita que o Senhor atende. “Porque assim diz o Alto e o Sublime que habita na eternidade, e cujo nome é santo: Num alto e santo lugar habito, e também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos, e para vivificar o coração dos contritos” (Is 57:15). A oração não tem o fim de operar qualquer mudança em Deus; ela nos põe em harmonia com Ele. Não ocupa o lugar do dever. Por mais freqüentes e fervorosas que sejam as orações feitas, jamais serão aceitas por Deus em lugar de nosso dízimo. A oração não paga nossas dívidas para com o Senhor. A força adquirida em oração a Deus nos preparará para os deveres diários. As tentações a que estamos diariamente expostos tornam a oração uma necessidade. Para sermos guardados pelo poder de Deus mediante a fé, os desejos do espírito devem estar continuamente ascendendo em silenciosa oração. Quando nos achamos circundados de influências de molde a nos desviar de Deus, nossas petições de auxílio devem ser infatigáveis. A menos que assim seja, jamais seremos bem-sucedidos em vencer o orgulho e o poder da tentação quanto a pecaminosas condescendências que nos separam do Salvador. A luz da verdade, santificando a vida, revelará ao que a recebe as pecaminosas paixões de seu coração, em luta pela predominância, e que lhe tornam necessários a distensão de cada nervo, o exercício de todas as suas forças para resistir a Satanás, a fim de poder vencer mediante os méritos de Cristo (MJ, p. 247, 248). 10/02/2009 Leia!!!!O Pão de Cada Dia O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. Mateus 6:11 Como uma criança, vocês receberão dia a dia o suficiente para a necessidade diária. Cada dia vocês devem orar: “O pão nosso de cada dia dá-nos hoje” (Mt 6:11). Não desanimem se não têm o suficiente para amanhã. Vocês têm a garantia de Sua promessa: “Habitarás na Terra e, verdadeiramente, serás alimentado” (Sl 37:3). Diz Davi: “Fui moço e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua descendência a mendigar o pão” (Sl 37:25). Aquele que abrandava os cuidados e ansiedades de Sua mãe viúva, e a ajudava a prover a casa de Nazaré, compreende toda mãe em sua luta para prover alimento aos filhos. O que Se compadeceu das turbas porque “estavam fatigadas e derramadas” (Mt 9:36, Trad. Trinitariana), ainda Se compadece dos pobres sofredores. Sua mão está estendida para eles em uma bênção; e na própria oração que ensinou aos Seus discípulos, ensina-nos a lembrar os pobres. A oração pelo pão de cada dia inclui não apenas o alimento para sustentar o corpo, mas aquele pão espiritual que nos nutrirá para a vida eterna. Jesus nos ordena: “Não trabalhem pela comida que se estraga, mas pela comida que permanece para a vida eterna” (Jo 6:27, NVI). Ele diz: “Eu sou o pão vivo que desceu do Céu; se alguém comer desse pão, viverá para sempre” (v. 51). Nosso Salvador é pão da vida, e é mediante a contemplação de Seu amor, e recebendo esse amor no coração, que nos nutrimos do pão que desceu do Céu. Recebemos a Cristo por meio de Sua Palavra; e o Espírito Santo é dado a fim de esclarecer a Palavra ao nosso entendimento, impressionando-nos o coração com suas verdades. Devemos orar, dia a dia para que, ao lermos Sua Palavra, Deus envie Seu Espírito a fim de nos revelar a verdade que nos fortalecerá a alma para a necessidade do dia. Ensinando-nos a pedir cada dia o que necessitamos – tanto as bênçãos temporais como as espirituais – Deus tem um propósito para nosso bem. Deseja que reconheçamos nossa dependência de Seu constante cuidado; pois procura atrair-nos em comunhão com Ele. Nessa comunhão com Cristo, mediante a oração e o estudo das grandes e preciosas verdades de Sua Palavra, seremos alimentados, como os que têm fome; como os que têm sede, seremos saciados pela fonte da vida (MDC, p. 111-113)
Se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas. Mateus 6:14, 15 Nosso Salvador ensinou Seus discípulos a orar: “Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores” (Mt 6:12). Uma grande bênção é aqui solicitada sob condição. Nós mesmos afirmamos essas condições. Pedimos que a misericórdia de Deus para conosco seja medida pela misericórdia que mostramos a outros. Cristo declara que esta é a regra pela qual o Senhor tratará conosco: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas” (Mt 6:14, 15). Maravilhosos termos! Mas quão pouco são compreendidos ou acatados. Um dos pecados mais comuns, e que é seguido dos resultados mais perniciosos, é a tolerância de um espírito não disposto a perdoar. Quantos abrigam animosidade ou espírito de vingança, e então curvam a cabeça diante de Deus e pedem para ser perdoados assim como perdoam! Certamente não podem possuir o verdadeiro senso do que esta oração importa, ou não a tomariam nos lábios. Dependemos da misericórdia de Deus cada dia e cada hora; como podemos então agasalhar amargura e malícia para com o nosso próximo pecador! Se, em seus relacionamentos diários os cristãos aplicarem os princípios dessa oração, que bendita mudança se operará na igreja e no mundo! Esse seria o mais convincente testemunho dado sobre a realidade da religião bíblica. Somos advertidos pelo apóstolo: “O amor seja não fingido. Aborrecei o mal, e apegai-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros” (Rm 12:9, 10). Paulo desejava que distinguíssemos, entre o amor puro, abnegado, que é induzido pelo espírito de Cristo, e a pretensão sem sentido e enganosa, que é abundante no mundo. Essa vil falsificação tem desviado muitas pessoas. Poderia anular a distinção entre o certo e o errado, concordando com os transgressores, em vez de mostrar fielmente seus erros. Tal procedimento nunca provém da verdadeira amizade. O espírito pelo qual é induzido só habita no coração carnal. Embora os cristãos devam ser sempre bondosos, compassivos e perdoadores, não podem viver em harmonia com o pecado. Aborrecerão o mal e se apegarão ao que é bom, mesmo com sacrifício da associação ou amizade com os ímpios. O espírito de Cristo nos levará a odiar o pecado, ao mesmo tempo em que estaremos dispostos a fazer qualquer sacrifício para salvar o pecador (T5, p. 170, 171).
Coração Agradecido Então, entoou Moisés e os filhos de Israel este cântico ao Senhor, e disseram: Cantarei ao Senhor, porque triunfou gloriosamente; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro. O Senhor é a minha força e o meu cântico; Ele me foi por salvação; este é o meu Deus; portanto, eu O louvarei; Ele é o Deus de meu pai; por isso, O exaltarei. Êxodo 15:1, 2 Semelhante à voz das profundezas, surgiu das vastas hostes de Israel aquela sublime tributação de louvor. Começou com as mulheres de Israel, tendo à frente Miriã, irmã de Moisés, ao saírem elas com tamboril e danças. Longe, por sobre o deserto e o mar, repercutia o festivo estribilho, e as montanhas ecoavam as palavras de seu louvor. Este cântico e o grande livramento que ele comemora produziram uma impressão que nunca se dissiparia da memória do povo hebreu. De século em século era repercutido pelos profetas e cantores de Israel, testemunhando que Jeová é a força e livramento daqueles que nEle confiam. Aquele cântico não pertence unicamente ao povo judeu. Ele aponta, no futuro, a destruição de todos os adversários da justiça, e a vitória final do Israel de Deus. O profeta de Patmos vê a multidão vestida de branco, dos que “saíram vitoriosos”, em pé sobre o “mar de vidro misturado com fogo”, tendo as “harpas de Deus. E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro” (Ap 15:2, 3). Tal era o espírito que penetrava o cântico do livramento de Israel, e é o espírito que deveria habitar no coração de todos os que amam e temem a Deus. Libertando-nos do cativeiro do pecado, Deus operou para nós um livramento maior do que o dos hebreus no Mar Vermelho. Como a hoste dos hebreus, devemos louvar ao Senhor com o coração, com a alma, e com a voz, pelas Suas maravilhosas obras aos filhos dos homens. Aqueles que meditam nas grandes bênçãos de Deus, e não se esquecem de Suas menores dádivas, cingir-se-ão de alegria, e entoarão sinceros hinos ao Senhor. As bênçãos diárias que recebemos das mãos de Deus, e acima de tudo, a morte de Jesus para trazer a felicidade e o Céu ao nosso alcance, devem ser objeto de gratidão constante. Que compaixão, que amor incomparável mostrou-nos Deus, a nós pecadores perdidos, ligando-nos consigo, para que Lhe sejamos um tesouro particular! (PP, p. 288, 289).
Uma feliz semana!!!!Caminhos do Senhor ou " Caminhos das Indias ? "
Ainda me recordo quando estava no Brasil me preparando para ir à Índia a quantidade de livros e artigos na internet que tive de estudar para não ser tão ignorante da vasta cultura que teria de enfrentar pela frente. Percebi que por onde ia, difícilmente encontrava alguém que pudesse me adicionar algum conhecimento prático do que realmente é a Índia. E ainda hoje para a maioria de nós brasileiros este sub-continente é um mistério cercado de lendas e mitos. Quando cheguei a Índia, verifiquei que todo meu conhecimento vindo dos livros e horas na frente de um computador pouco me ajudaram. E hoje depois de quase 4 anos neste país continuo um aprendiz, e cada vez mais me convenço que poderei viver aqui por décadas e não compreenderei toda esta diversidade que me cerca. Nos últimos meses tenho recebido e-mails e até mesmo ligações de pessoas de várias partes do Brasil empolgadas me contando da novela que a globo lançará com uma estória baseada na Índia, com o título “Caminhos da Índia”. Começei investigar qual seria a trama da novela e quais seriam os pontos de exploração usados. Não para minha surpresa descobri que será uma novela totalmente voltada para a divulgação do hinduísmo no Brasil. Para quem não sabe, grande parte da população da Índia é hindu. O hinduísmo é uma religião politeísta com seus mais de 33 milhões de deuses, que são adorados das mais diversas maneiras. Quando o telespectador brasileiro ligar sua televisão para ver essa novela, estará abrindo as portas de seu lar, sua mente e coração para receber toda a influência do culto e adoração dado a estes deuses e seus mantras, rituais, sacrifícios e oferendas. Óbviamente não posso escrever esta carta de uma maneira convincente a todos os telespectadores brasileiros, pois cada um acredita no que quer e ver e recebe o que bem entende. Mas de uma forma bem específica posso alertar que nós os cristãos comprometidos podemos fácilmente fazer com que essa novela seja um fracasso. O que não seria fazer passeatas, abaixo assinado, greve de fome, etc... Isso sinceramente não resolve nada. A forma mais simples e eficaz seria primeiramente e principalmente sermos sinceros e sensatos e não assistirmos essa novela. Não conectarmos nossos televisores a este canal no momento em que estiver no ar este proselitismo explícito da religião hindu em nossos lares. Não podemos compactuar com esta maldição que está prestes a invadir nossas casas. Não é hora de sermos hipócritas! Os evangélicos brasileiros são noveleiros SIM!!! Fiz questão de não trazer estatísticas para provar o que estou falando. No fundo sabemos que o povo evangélico é um dos grandes responsáveis pelo sucesso que as novelas “globais” e não “globais” fazem no país. Por que nós somos um dos principais consumidores desse lixo que é vendido em nossos televisores 6 vezes por semana. Somos mais de 35 milhões de evangélicos no país, se contarmos que somente 10% deste número seja noveleiro ( o que acredito ser muito mais) e aderirem ao boicote, serão mais de 3 milhões e 500 mil pessoas que não assitirão esta novela e farão que ela seja um fiasco de audiência. Conclamo vocês meus irmãos a não compactuarem com isso. Não sejam responsáveis por tamanho mal a nossa nação, não seja um patrocinador da obra de satanás. Essa novela não pode trazer nenhum benefício para sua vida, pelo contrário estará contaminando o ambiente familiar de sua casa com mensagens demoníacas e tão pouco servirá como uma fonte de conhecimento de outra cultura. Não veja essa novela, faça que ela seja um fracasso e saia do ar. Nós temos a força, só basta fazermos nossa parte. 22/01/2009 Uma linda mensagem!!!!NADA COMO O TEMPO Uma ótima quinta feira a todos... Beijos... Catita 20/01/2009 JESUS está contigo.... Tenha fé!!!!Oração em Nome de Jesus Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo. 1 João 2:1 Nós temos um advogado no trono de Deus, que está circundado pelo arco da promessa, e somos convidados a apresentar nossas petições diante do Pai em nome de Cristo. Jesus diz: Peça o que quiser em Meu nome, e isso lhe será dado. Ao apresentar Meu nome, vocês mostrarão que pertencem a Mim, que são Meus filhos e filhas, e o Pai lhes tratará como Seus próprios filhos, e lhes amará como ama a Mim. Sua fé em Mim os levará a exercitarem uma afeição íntima e filial para comigo e para com o Pai. Eu sou a corrente de ouro pela qual seu coração e alma são ligados em amor e obediência ao Meu Pai. Expressem ao Meu Pai que Meu nome lhes é precioso, que Me respeitam e Me amam, e poderão pedir o que precisarem. Ele lhes perdoará as transgressões, e lhes adotará em Sua família real – tornando-lhes filhos de Deus, co-herdeiros com Seu Filho Unigênito. Através da fé em Meu nome Ele lhes concederá a santificação e santidade que lhes prepararão para Sua obra em um mundo de pecado, e lhes qualificarão a uma herança imortal em Seu reino. O Pai tem aberto amplamente, não apenas todo o Céu, mas todo o Seu coração, para aqueles que manifestam fé no sacrifício de Cristo, e para aqueles que pela fé no amor de Deus voltam à sua lealdade. Aqueles que crêem em Cristo como Aquele que levou sobre Si o pecado, a propiciação por seus pecados, o intercessor em seu favor, podem através da riqueza da graça de Deus reivindicar os tesouros do céu. A oração do contrito de coração abre os celeiros de provisões e assegura o poder onipotente. Esse tipo de oração habilita o suplicante a entender o que significa reter o poder de Deus, e ter paz com Ele. Esse tipo de oração faz-nos exercer influência sobre aqueles com quem nos associamos. É nosso privilégio e dever trazer a eficácia do nome de Cristo às nossas petições, e usar os muitos argumentos que Cristo tem usado em nosso favor. Nossas orações estarão então em completa harmonia com a vontade de Deus (ST, 18/6/1896).
Orações Atendidas Deleitar-te-ás, pois, no Todo-poderoso e levantarás o rosto para Deus. Orarás a Ele, e Ele te ouvirá; e pagarás os teus votos. Jó 22:26, 27 Em sua oração pelos discípulos Cristo disse: “E a favor deles Eu Me santifico a Mim mesmo, para que eles também sejam santificados na verdade. Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em Mim, por intermédio da sua palavra” (Jo 17:19, 20). Em Sua oração, Cristo inclui todos aqueles que ouvirão suas palavras de vida e salvação através dos mensageiros que Ele envia. Podemos nós, pela fé, compreender o fato de que somos amados pelo Pai assim como o Filho é amado? Se pudéssemos de fato nos assegurar e agir de acordo com isso, certamente teríamos a graça de Cristo, o óleo santo do Céu, lançado em nosso coração necessitado, ressequido e sedento. Nossa luz já não seria vacilante e trêmula, mas brilharia radiante entre a moral obscura que, como um manto fúnebre, envolve o mundo. Devemos pela fé ouvir a intercessão prevalecente que Cristo apresenta continuamente em nosso favor, quando diz: “Pai, a Minha vontade é que onde Eu estou, estejam também comigo os que Me deste, para que vejam a Minha glória que Me conferiste, porque Me amaste antes da fundação do mundo” (Jo 17:24). Nosso Redentor nos encoraja a apresentar súplicas contínuas. Ele nos faz firmes promessas de que não suplicaremos em vão. Ele diz: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á” (Mt 7:7, 8). Ele então apresenta a figura de uma criança pedindo pão a seu pai, e mostra como Deus tem muito mais desejo de atender às nossas petições do que os pais de atenderem às petições de seus filhos. Nosso precioso Salvador está à nossa disposição hoje. NEle se centraliza nossa esperança de vida eterna. Ele é Aquele que apresenta nossas petições ao Pai, e nos comunica a bênção pela qual suplicamos (ST, 18/6/1896).
Orar, Pedir e Agir Disse-me o rei: Que me pedes agora? Então, orei ao Deus dos Céus e disse ao rei: se é do agrado do rei, peço-te que me envies a Judá, à cidade dos sepulcros de meus pais, para que eu a reedifique. Neemias 2:4, 5 Enquanto Neemias implorava o auxílio de Deus, não cruzou os braços, julgando que não tinha mais nenhum cuidado ou responsabilidade quanto a seu propósito de restaurar Jerusalém. Com admirável prudência e previsão, providenciou todos os preparativos necessários para garantir o êxito do empreendimento. O exemplo desse santo homem [Neemias] deve servir de lição a todo o povo de Deus, mostrando que não devem apenas orar com fé, mas trabalhar com diligência e fidelidade. Quantas dificuldades encontramos, quantas vezes estorvamos a operação da Providência em nosso favor, por julgar que a prudência, a previsão e o esforço têm pouco que ver com a religião! Isto é um erro grave. É nosso dever cultivar e exercitar toda a faculdade que nos torne obreiros mais eficientes para Deus. A consideração cuidadosa, bem como os planos bem amadurecidos, são tão essenciais ao êxito dos empreendimentos sagrados hoje, como no tempo de Neemias (SC, p. 239). Os homens de oração devem ser homens de ação. Os que são prontos e voluntários, encontrarão meios e modos de trabalhar. Neemias não ficou dependendo de coisa incerta. Pediu àqueles que se achavam em condições de ofertar os meios que lhe faltavam (SC, p. 171). O Senhor move ainda o coração dos reis e governadores em favor de Seu povo. Aqueles que se acham a Seu serviço devem aproveitar o auxílio que Ele induz os homens a darem para o avançamento de Sua causa. Os agentes por cujo intermédio vêm essas dádivas podem abrir caminhos por onde a luz da verdade seja levada a muitas terras entenebrecidas. Talvez esses homens não tenham simpatia alguma pela obra de Deus, nenhuma fé em Cristo, conhecimento algum de Sua Palavra; mas nem por isso suas ofertas devem ser rejeitadas. O Senhor colocou Seus bens, tanto nas mãos de descrentes, como nas de fiéis; todos podem devolver o que Lhe pertence para se fazer a obra que tem de ser efetuada em favor do mundo caído. Enquanto nos acharmos neste mundo, enquanto o Espírito de Deus contender com os filhos dos homens, teremos que receber e prestar favores (SC, p. 168). 08/01/2009 Um feliz 2009!!!!!!!!!!A Coisa Mais Importante Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu. Eclesiastes 3:1 Estando ainda no início do ano novo, desejo fazer-lhe uma pergunta para reflexão: Que coisa você tem considerado a mais valiosa no decorrer da sua vida? Dinheiro, saúde, caráter, casa, carro? Vejamos: riquezas, casa ou outros bens que tenhamos adquirido podem, por algum imprevisto, fugir de nossas mãos. Com trabalho e habilidade, porém, podemos reconquistar tudo de novo. O caráter, ainda que maculado, pode ser restaurado com a graça de Deus, oração e força de vontade. Igualmente a saúde, que, mesmo debilitada temporariamente, pode ser recobrada mediante cuidados médicos e empenho de nossa parte. Mas, então, o que pode superar a tudo isso em valor e importância? Com todas as letras maiúsculas, eis a resposta: o TEMPO! Diferente das demais coisas, o tempo perdido é irrecuperável. O tempo que passou só servirá para lembranças de oportunidades aproveitadas ou perdidas, mas jamais para o seu reaproveitamento. Por outro lado, o futuro ainda não existe. Ele virá, mas ainda não nos está disponível para vivermos. O presente é o único espaço de tempo ao nosso alcance para aprimorarmos nosso caráter. Assim, os anos são uma contínua sucessão de momentos e dias que fazem nosso hoje, amanhã e depois, até o fim de nossa vida. São as oportunidades que Deus nos dá para tomarmos decisões importantes. O que faremos? Paulo deu ênfase ao valor desse momento único, quando disse: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração. Pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje” (Hb 3:7, 8, 13). Assim sendo, entesoure cada momento desse novo ano que lhe está disponível. Use-o sabiamente à medida que ele for passando e faça um emprego Tenhamos, pois, um ano muito abençoado e cheio de esperança. Rendamos nossa vida ao Senhor de forma absoluta e irrevogável, certos de que Ele irá à nossa frente para nos guiar pelo caminho por onde tivermos que andar. REFLEXÃO: “Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio” (Sl 90:12).
O Amigo do Ano Se alguém está em Cristo, é nova criatura. 2 Coríntios 5:17
Continuamos, ainda, a respirar o clima dos últimos dias festivos das festas natalinas e do ano novo. As luzes continuam piscando em muitos lugares, lembrando o nascimento de Jesus, na manjedoura de Belém. Sim, é verdade, Ele nasceu numa manjedoura, ao lado de dóceis animais que Lhe fizeram companhia, porque não havia lugar para Ele nas hospedarias da cidade. Jesus, hoje, quer fazer morada no seu e no meu coração. “Eis que estou à porta e bato”, diz Ele. O que faremos? Abriremos a porta ou vamos deixá-Lo de fora, como fizeram os moradores de Belém? “Ontem como hoje, e como sempre”, escreveu o padre Leonel França, “Cristo é a solução do enigma humano.” Se quisermos ser felizes, gozar paz e segurança, não podemos deixar de privar a amizade diária com Jesus Cristo. Num sábado à tarde, peguei alguns folhetos para distribuir, um livro para ler e me dirigi a uma das praças do centro de Curitiba. Sentei-me num banco próximo a um grupo de senhoras. Elas falavam sobre alguns problemas que estavam acontecendo no lar de um casal amigo. Uma delas disse mais ou menos o seguinte: – Depois do casamento com Eduardo, Marilice tem passado por momentos muito dif íceis. Em alguns fins de semana, entram em depressão e despencam a chorar... Passam o fim de semana numa profunda tristeza. E acrescentou: – Depois de conversar bastante com ela e dar-lhe alguns conselhos e orientações para ajudá-los a sair daquela situação, eu disse: “É a falta de Cristo no lar de vocês a causa de tudo isso. Essa situação pela qual vocês estão passando é própria daqueles que não se importam com as coisas espirituais. A propósito, quanto tempo faz que vocês não vão à igreja?” Não faz muito encontrei-me com Marilice. Ela me disse que ambos aceitaram os meus conselhos e tudo está voltando à normalidade. Tenhamos a certeza de que esse Amigo, no silêncio da Sua graça, vem para ser o Confidente de nossas angústias e o Consolador que inspira e conforta dando ânimo e paz ao coração atribulado. Em 2008, Ele estará junto do aflito e pronto para reerguê-lo da queda. Cristo tem que ser experimentado em nossa vida pela grandeza do Seu amor. Este é o Jesus da manjedoura, o amável Salvador. REFLEXÃO: “Então, Me invocareis, passareis a orar a Mim, e Eu vos ouvirei” (Jr 29:12).
“Eu Quero me Salvar” O Filho do homem veio buscar e salvar o perdido. Lucas 19:10 O verso básico da meditação de hoje faz-me lembrar de uma viagem que fiz pelo antigo norte de Goiás, hoje estado do Tocantins. Nessa viagem, estávamos indo à Ponte Alta do Bom Jesus, quando o nosso carro parou por falta de combustível, justamente numa passagem estreita, dentro de um riacho de águas rasas. Quando estávamos reabastecendo o veículo, pois o combustível era transportado num tambor, parou atrás de nós um jipe. O pastor Altamir de Paiva, nosso companheiro, exclamou: “Não posso acreditar!” Acontece que estávamos obstruindo o único caminho existente. Os ocupantes do jipe desceram com disposição de nos ajudar. E que espírito de solidariedade demonstraram! Cumprimentos, apresentações e, em poucos minutos, ali estava um grupo de novos amigos. Um deles era o prefeito de Ponte Alta. Conversa vai, conversa vem, e o assunto enveredou para a situação de nossos dias, com suas incertezas e insegurança, quando alguém exclamou: “São coisas do fim do mundo!” O prefeito, que participava da conversa, a certa altura declarou: “De religião eu não entendo nada, mas quero me salvar.” “Eu quero me salvar” é o desejo de milhões de pessoas, mas ser religioso apenas não é suficiente. Somente o que Deus fez por você e por mim, há quase dois mil anos, na cruz do Calvário, provê salvação. Que plano maravilhoso!Que manifestação assombrosa! Jesus veio à Terra para trazer o dom da salvação aos famintos, solitários e abatidos de coração (Is 61:1). Porém, somente os que se dão conta de suas necessidades chegarão a conhecer e experimentar essa graça. Jesus disse: “Não vim chamar justos, e sim pecadores, ao arrependimento” (Lc 5:32). Graças a Deus por isso! Você pode ser um bom crente, fiel dizimista, observador do sábado, pode participar das ordenanças e demais atividades; pode ser um oficial zeloso, um obreiro consagrado, pode estar em todos os cultos, orando, cantando e testemunhando. Se você, ou qualquer outro membro da igreja, REFLEXÃO: “Pela graça sois salvos; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Ef 2:8).
Gratidão Sede agradecidos, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração. Colossenses 3:15, 16 Hoje é comemorado o Dia Mundial da Gratidão. Isso, porém, não significa que devemos ser gratos apenas um dia por ano. Gratidão Se pudéssemos perceber os caminhos e as intenções de Deus, veríamos que “todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8:28, ARC). Não seríamos, então, gratos ao Senhor? A gratidão é uma graça divina e, por isso, Paulo aconselha os fiéis: “Sede agradecidos.” Uma senhora cristã (anônima), assim escreveu, ao meditar sobre o quanto devia ao seu Criador: “Hoje, viajando de ônibus, vi uma jovem amável com seus lindos cabelos loiros. Invejei-a... Ela parecia tão alegre!... Então, tive o desejo íntimo de ser tão bela quanto ela. Quando se levantou para descer, percebi o cruel aparelho que mantinha nos membros inferiores ao se arrastar com dificuldade pelo corredor do ônibus. Era uma vítima da paralisia. Mas, ao passar junto de mim, que sorriso lindo ela esboçou! Ó meu Deus, perdoa-me quando lamento. Tenho dois pés sadios. O mundo é meu! “Então, desci para comprar alguns doces. O moço que servia no balcão era tão simpático! Disse-me: – É muito agradável falar com a senhora... “Descendo a rua, deparei-me com uma criança de olhos azuis a observar as outras crianças que brincavam. Perguntei-lhe: – Meu bem, por que você não vai brincar com elas? – Não disse nenhuma palavra e nem olhou para mim. Compreendi que não ouvia. Ó Deus, perdoa-me quando me queixo da vida. Tenho dois ouvidos. O mundo é meu! “Com pés que me levam aonde quero, com olhos que podem contemplar a beleza de um pôr-do-sol, com ouvidos que podem ouvir todos os sons... Ó meu Deus, perdoa-me quando me queixo da vida... Sou de fato abençoada! O mundo é meu! Obrigada, meu Deus!” Deus Se alegra quando recebe de Seus filhos palavras de agradecimento e reconhecimento. REFLEXÃO: “Louvando a Deus, com gratidão, em vosso coração” (Cl 3:16).
Fonte de Realização Se alguém te obrigar a andar uma milha, vai com ele duas. Mateus 5:41 Iniciei meu ministério evangélico sendo instrutor bíblico numa série de palestras evangelísticas do saudoso pastor Geraldo G. de Oliveira, lá pelos Éramos nove instrutores bíblicos e foi com grande expectativa que tivemos a primeira reunião, quando o pastor Geraldo nos transmitiu todas “Nos tempos bíblicos”, continuou, “muitas pessoas envolveram-se com a obra de Deus, mas não foram além dos limites da primeira milha e seus nomes permanecem no anonimato. Em contrapartida, os que foram além das exigências do dever, que desprezaram a mediocridade da rotina e avançaram pelos caminhos da segunda milha, tiveram seus nomes registrados na Bíblia como exemplo para a posteridade.” Na verdade, as alegrias de uma vida de realizações, no âmbito dos compromissos profissionais ou espirituais, são percebidas somente quando Sobre o genuíno espírito da segunda milha, o pastor Siegfried J. Schwantes, em seu livro Colunas do Caráter, evoca o exemplo de Ana Nery que, nos campos de batalha da Guerra do Paraguai, ao socorrer “os soldados feridos, fazia-o no espírito da segunda milha. Aliviar-lhes apenas o sofrimento f ísico seria tão-somente caminhar a primeira milha, cumprir o dever. Tentar minorar-lhes o sofrimento moral com um sorriso a toda prova, uma palavra oportuna, um gesto de amor incansável, doando de si mesma para que outras vidas prestes a extinguir-se recebessem o impulso vitalizador de sua simpatia exuberante, era ir além do dever”. Deus quer que experimentemos as alegrias da segunda milha, a motivação do amor e o motivo da real felicidade! REFLEXÃO: “Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor” (Cl 3:23).
29/12/2008 A M I G O S * * U M A ** Ó T I M A ** S E M A N AO Primeiro Adão, Filho de Deus! Cainã, filho de Enos, Enos, filho de Sete, e este, filho de Adão, filho de Deus. Lucas 3:38 Adão ocupa pouco espaço na história bíblica, mas o que é dito a seu respeito é suficiente para se ter a chave de tudo o que nos surpreende nele, a obra prima da Criação: sua vida foi singular, isto é, sem igual. Sua felicidade foi singular, sua desgraça foi singular, foi também singular seu sentimento ao obter o perdão de Deus e perceber Seu infinito amor. Quando investigamos a origem do mundo pela ótica bíblica, descobrimos o material do qual foi formado o ser humano. É aí que muitos esbarram na incredulidade, recusando-se a aceitar que, da matéria prima de que somos compostos, a terra, tenha sido possível surgir uma forma perfeita e bela. Para os criacionistas, a raça humana “remonta a sua origem não a uma linhagem de micróbios, moluscos e quadrúpedes a se desenvolverem, mas ao grande Criador. Posto que formado do pó, Adão era filho de Deus” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 45). O homem foi moldado durante uma ação pessoal de Deus, que lhe transmitiu o fôlego da vida e o colocou no Jardim do Éden, seu magnífico lar, com objetivos, privilégios e responsabilidades. Mas Adão, como criatura, devia obedecer ao Criador. Assim fazem também os anjos. Vejamos, agora, como veio o dia mais sombrio da Terra. Chegou o tentador e lançou uma isca, sutilmente preparada. Ao ser proferida a primeira mentira, nossos primeiros pais pararam para ouvi-la e sucumbiram à tentação. Tocaram a árvore proibida e, desobedecendo, provaram do seu fruto. Foi violada a ordem que o Senhor deu. Consumou-se o pecado. Foi-se a inocência. Extinguiu-se na alma humana a paz, a alegria e a felicidade. Os resultados da tragédia não se fizeram esperar. Desde esse momento, o mundo parece ter deixado de girar sobre o eixo da harmonia. Espinhos, abrolhos e ervas daninhas começaram a cobrir o chão; lágrimas, gemidos, suspiros, todo o cortejo de dores, trabalhos, privações, morte, proclamaram a maldição e o desagrado de Deus. No entanto, Cristo, o segundo Adão, Se apresentou para salvar o primeiro Adão e Sua descendência. Em Adão, somos merecedores de toda a cólera de Deus; em Cristo somos feitos merecedores da Sua graça. Medite durante este dia no verso abaixo: REFLEXÃO: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16).
O Último Adão, Filho de Deus! O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente. O último Adão, porém, é espírito vivificante. 1 Coríntios 15:45
Vejamos como foi que toda a nossa raça participou do pecado original. Adão não representava um ente isolado, mas um ente universal. Ele foi o ponto de partida de toda a humanidade. Da mesma forma com que os raios luminosos provêm de um único Sol, toda a raça humana tem seu ponto inicial naquele tronco, Adão. Podemos, então, entender que pecamos porque herdamos a natureza pecaminosa de Adão. Transgredimos porque ele transgrediu. Somos culpados de nossas transgressões, assim como ele foi culpado da sua. Por causa da natureza do pecado, que temos em comum, recebemos a herança da morte. “Como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram” (Rm 5:12, ARC). Vendo agora o reverso da moeda, descobriremos brilhantes raios de esperança. Quando a tristeza se abateu sobre nós, pela desobediência de Adão, o Senhor, desceu sobre as asas do amor para mudar o quadro sombrio. Se em Adão, todos morrem, em Cristo todos serão vivificados. (1Co 15:22). Por Adão acabamos no túmulo. Por Cristo, o túmulo é a porta da eternidade, a partir da ressurreição. Adão é um membro da família humana, Cristo é um membro da família da graça. A queda e a ruína de Adão foram grandes, mas muito maior é a salvação que provém de Cristo. No momento supremo do sacrifício no Calvário, quando o Cordeiro de Deus derramou Seu sangue, o centurião romano que a tudo acompanhava bem de perto e com grande expectação, admitiu: “Verdadeiramente, este era o Filho de Deus” (Mc 15:39). REFLEXÃO: “E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, em quem temos a redenção pelo Seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da Sua graça” (Ef 1:5, 7).
O Encontro dos Dois Adões Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças. Apocalipse 5:12 Será maravilhoso chegar ao Céu. É quase impossível imaginar, difícil entender e ainda mais difícil descrever o que Deus está preparando para a recepção que fará a Seus filhos, no Céu. Paulo reconheceu que são coisas tão extraordinárias que a mente humana não tem como captar sua amplitude. “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam” (1Co 2:9). Apesar de nossos limites, procure explorar sua imaginação. Pense em você e sua família, juntamente com uma grande multidão de salvos, na cidade de Deus. Será o clímax do Plano da Redenção, que envolveu o sacrifício de Cristo na cruz do Calvário e possibilitou a salvação de toda a humanidade. Infelizmente, nem todos os descendentes de Adão aceitaram essa oferta de Deus e, consequentemente, não estarão presentes nessa linda festa. Na Cidade Santa haverá muitas surpresas. Uma delas é descrita por Ellen White. Observe: “Os dois Adões estão prestes a encontrar-se. O Filho de Deus Se acha em pé, com os braços estendidos para receber o pai da nossa raça. Ao divisar Adão os sinais dos cruéis cravos, lança-se em humilhação aos Seus pés, exclamando: ‘Digno é o Cordeiro que foi morto!’ Com ternura, o Salvador o levanta, convida-o a contemplar o novo lar edênico do qual, havia tanto, fora exilado. O Salvador o leva à árvore da vida, apanha o fruto glorioso e manda-o comer. [Adão] olha em redor de si e contempla uma multidão de sua família resgatada, no Paraíso de Deus. [Então] caindo ao Seu peito, abraça o Redentor” (trechos do capítulo 40 de O Grande Conflito. Esse capítulo traz ânimo a quem viaja para a Pátria celestial). Adão conhecerá também sua descendência: milhões de pessoas que participaram da história da humanidade na Terra. Todos passaram por momentos tristes e felizes, mas se tornaram vencedores graças ao “sangue do Cordeiro”. Ellen White diz que essa emocionante reunião será testemunhada pelos anjos que choraram quando Adão pecou, mas que, ao contemplarem a obra da redenção concluída, unem suas vozes em cântico de louvor. Afinal de contas, o conflito entre o bem e o mal será passado. Você e eu poderemos nos encontrar lá, pela graça de Deus! Nada de desanimar! REFLEXÃO: “Ao nosso Deus, que Se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação” (Ap 7:10).
Memorável Cerimônia de Posse Pai, aqueles que Me deste quero que, onde Eu estiver, também eles estejam Comigo. João 17:24 Diante da Cidade Santa está a grande multidão de resgatados envolvendo todas as fases da História, de Adão até o último que foi salvo pela graça e mérito de Jesus Cristo. Os portões de pérolas ainda estão fechados, pois, antes de se abrirem, será realizada a grande solenidade de “investidura” dos que passaram pela escola da vida ao lado do Salvador e Mestre. “Estamos na escola de Cristo nesta vida, onde devemos aprender a ser mansos e humildes de coração; e, no dia do ajuste de contas final, veremos que todos os obstáculos que encontramos, todos os problemas e contrariedades que somos chamados a suportar, são lições práticas na aplicação de princípios da vida cristã” (Ellen G. White, Testemunhos Seletos, v. 2, p. 113). Nessa memorável solenidade de “posse”, todos os que lavaram “as suas vestiduras no sangue do Cordeiro” receberão das mãos do Salvador os emblemas da vitória, com as insígnias de sua condição real. Então, diante de todo o Universo, vamos receber um “diploma” quando Jesus colocar sobre nossa cabeça a coroa de glória. Nessa coroa estarão gravados nosso novo nome e a inscrição “Santidade ao Senhor”. Jesus ainda colocará em nossas mãos “a palma do vencedor e a harpa resplandecente”. Ao término dessa solene cerimônia, o Salvador abrirá “amplamente as portas de pérolas, e as nações que observaram a verdade entrarão. Então, aquela voz, mais harmoniosa do que qualquer música que tenha soado já aos ouvidos mortais, será ouvida a dizer: ‘Vosso conflito foi encerrado’. ‘Vinde benditos de Meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo’” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 646). Gosto de pensar que, nesta hora, terá início a eternidade e se cumprirá o desejo há muito acalentado no coração de Jesus: “Aqueles que Me deste quero que, onde Eu estiver, também eles estejam Comigo.” Será grande privilégio e honra viver com o Senhor para sempre! Como seria se hoje, o último dia do ano, fosse também nosso último dia aqui na Terra? Em poucas horas, em lugar da inauguração de um Ano Novo, teríamos o início de uma Nova Era! Talvez ainda tenhamos que esperar um pouco... Mas, dentro de pouco tempo, virá o Redentor nas nuvens! Aguardemos com paciência o galardão! Feliz 2009! REFLEXÃO: “Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que O amam” (Tg 1:12).
O Vale da Bênção Ao quarto dia, se ajuntaram no vale da Bênção, onde louvaram o Senhor. 2 Crônicas 20:26 Todos já passamos por situações complicadas que nos deixaram de imediato sem saber que rumo tomar. Em 2 Crônicas 20, vemos o rei Josafá nessa situação. Ele estava com medo. Então, buscou ao Senhor em oração, colocando diante dEle todo o motivo de sua angústia: “Ah! Nosso Deus, em nós não há força para resistirmos a essa tão grande multidão que vem contra nós, e não sabemos nós o que fazer; porém, os nossos olhos estão postos em Ti” (v. 12). Após a oração, o Espírito de Deus Se manifestou através de Jaziel, com essa mensagem: “Não temais, pois a peleja não é vossa, mas de Deus.” Josafá reconheceu a soberania de Deus e conclamou o povo, dizendo: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (v. 15, 20). Josafá, ao ouvir a promessa do Espírito Santo, prostrou-se diante de Deus com alegria e gratidão, louvando-O pela certeza da vitória. Eles agradeceram e louvaram ao Senhor antes mesmo dos resultados. É muito fácil louvar a Deus depois que alcançamos o que queríamos. Por exemplo: o dinheiro que faltava, o emprego tanto aguardado, o restabelecimento da saúde de um parente. Mas louvar e agradecer a Deus quando um exército poderoso nos ameaça é bem diferente! Quando o exército de Israel começou a cantar e louvar, o Senhor incitou os invasores contra eles mesmos, um matando o outro. Não sobrou ninguém! Depois que todos os despojos haviam sido recolhidos, no quarto dia, “ajuntaram-se no vale da Bênção, onde louvaram o Senhor” (v. 26). Cada um de nós possui um “vale da Bênção”, no qual pode louvar e agradecer a Deus. Talvez seja o quarto de dormir, um templo, uma enfermaria de hospital, um cemitério, ao lado da sepultura de um ente-querido, um bosque tranqüilo ou, até mesmo, uma cela de prisão. Em qualquer situação, o Senhor estará “batalhando” por nós. Temos um Deus especialista em preparar caminho em um mar de águas profundas; em abrir passagem no leito de um rio em época de cheia; em tirar pessoas de dentro de fornalha; em fechar a boca de leões famintos; em pilotar um barco sobre as águas de um dilúvio e fazê-lo “ancorar” com segurança no alto do monte Ararate; em vencer batalhas, inclusive as nossas contra o pecado. Nosso Deus é um Deus que nos surpreende... Senhor, “os nossos olhos estão postos em Ti”. Amém! REFLEXÃO: “Tornaram para Jerusalém com alegria, porque o Senhor os alegrara com a vitória sobre seus inimigos” (2Cr 20:27).
Eu Sou o Que Sou Disse Deus a Moisés: Eu Sou o Que Sou. Êxodo 3:14
“Eu Sou o Que Sou”, foram as palavras pronunciadas no meio da sarça que ardia, mas não se consumia. Foram proferidas pelo Anjo da aliança, o “Eu Sou o Que Sou”, a Moisés, dando início ao processo que culminou com a libertação do povo de Israel do Egito, conduzindo-o com mão forte para a Terra Prometida. Em João 8:58, Jesus repetiu Sua identidade, dizendo: “Antes que Abraão existisse, Eu Sou.” Com essa declaração, Jesus estava Se identificando como o Deus do Antigo Testamento e reivindicando Sua divindade absoluta como Filho de Deus. “Eu Sou o Que Sou” – Para Ele não há passado e nem futuro. Ele vive num eterno e imutável presente. Antes que existisse o tempo Ele já existia. Se houvesse um momento no qual Sua existência começasse, o Seu nome seria: Eu Sou o Que Não Era. Se fosse possível um momento em que findasse a Sua existência, Seu nome seria: Eu Sou o Que Não Será. Entretanto, como Ele é de Eternidade a Eternidade, o Seu nome é: “Eu Sou o Que Sou”, isto é, Aquele que foi sempre, que é sempre e que será sempre. Hoje é Natal, ocasião muito oportuna para fixarmos nossa atenção na manjedoura de Belém. Ali está deitada uma Criancinha, o Primogênito de uma frágil mulher. Pensemos bem, Esse Menino é o Eterno! Com que fim sucedeu este milagre dos milagres? Por que Se tornou o Senhor da excelsa glória e da Eternidade, um Menino do mundo temporal? Por causa de Seu amor eterno! Jesus Se humilhou para salvar miseráveis pecadores como eu e você. O Pai O prometeu lá no Éden, os profetas O predisseram, os símbolos mosaicos O indicaram, um anjo O anunciou a Maria, os pastores ouviram os cânticos da anunciação naquela memorável noite de Natal; a fé O vê e os resgatados de todas as eras alegram-se na Sua salvação. Que assombrosa humildade! Somente um amor eterno poderia motivar Alguém a enfrentar o desprezo de seres humanos e a mergulhar em sua mais profunda miséria. Para Jesus, a Eternidade futura seria vazia se Seu povo não pudesse participar de Sua glória. Por isso, Ele Se humilhou, nasceu numa estrebaria e morreu numa cruz para que os pobres e condenados habitantes da Terra pudessem elevar-se à vida imortal, nos Céus, pelos séculos dos séculos. Feliz rebanho de Deus! O “Eu Sou o Que Sou” ama Sua Igreja e a conduzirá também com mão forte, a salvo, para a Pátria celestial! Glória a Deus nas alturas! Feliz Natal! REFLEXÃO: Por tão grande salvação, “alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, alegrai-vos” (Fp 4:4).
Ele Atravessa o Vale Conosco Não temas, nem te espantes, porque o Senhor, teu Deus, é contigo por onde quer que andares. Josué 1:9
Lloyd J. Ogilvie relata um episódio que ocorreu com o grande pregador escocês Alexander Maclaren, que nos ensina uma grande lição sobre o cuidado e a proteção de Deus. Quando menino, Maclaren trabalhava durante a semana em Glasgow (na Escócia). A cidade fica a alguns quilômetros da pequena vila em que vivia com a família. Ele só voltava para casa aos sábados à noite. Porém, o maior problema para o menino Maclaren era que, no caminho para casa, tinha que atravessar um vale, dentro de mata fechada, que os supersticiosos diziam ser um lugar infestado de assombrações e maus espíritos. A primeira semana de trabalho foi um verdadeiro martírio para o menino que, só de pensar em ter que atravessar aquele abismo no escuro, ficava apavorado e com dor de barriga. Finalmente, chegou a noite de sábado. Que fazer? Não havendo alternativa, tomou coragem e rumou para casa, noite a dentro. Ao aproximar-se do desfiladeiro, o coração dele bateu em disparada. Ficou apavorado outra vez. De repente, ouviu um estalo à distância, no meio da mata. “São eles”, pensou, “os maus espíritos.” Ele parou em pânico! Mais um estalo. “É agora!... Meu Deus, me proteja!” De súbito, ouviu uma voz no meio da escuridão: “Alex, meu filho, é seu pai. Eu vim para atravessar o vale com você!” Ufa! Que alívio! Maclaren jamais se esqueceu do alívio e da coragem que sentiu naquele momento, quando ouviu a voz do pai e juntos atravessaram aquela garganta horrorosa. Quantas vezes temos que atravessar bosques escuros e vales profundos pelos caminhos deste mundo cheio de surpresas ameaçadoras: a doença, o sofrimento, a separação de amigos e familiares pela mão da morte; problemas financeiros, desemprego, violência, solidão, enfim, uma infinidade de “assombrações” que nos assustam! Mas Deus, à semelhança do pai de Maclaren, vem ao nosso encontro, na Pessoa de Seu Filho, para atravessar conosco a mata escura e o vale profundo dos nossos temores, lutas e sofrimentos. O rei Davi não sentia medo ao ter que atravessar o vale da sombra da morte porque o Bom Pastor estava com ele. Da mesma forma, Deus Se importa com nossos temores e preocupações. Ele anda ao nosso lado hoje e sempre, até chegarmos à nossa Casa, o Lar dos salvos! REFLEXÃO: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque Tu estás comigo” (Sl 23:4).
Separados Hoje, Unidos Amanhã Ele enxugará todas as lágrimas dos olhos deles [os homens], e não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor. Tudo isso passou para sempre. Apocalipse 21:4 Hoje, pela morte, podemos estar separados de amigos e entes queridos, mas no futuro, poderemos estar reunidos novamente, pela graça de Jesus, se O conservarmos como o Salvador e Senhor da nossa vida. O verso bíblico acima fala dessa esperança. Alguém que passou pela dor da separação, escreveu a confortante mensagem que transcrevo a seguir: “Pode nosso corpo mortal morrer, e ser posto na sepultura. Contudo, a bendita esperança vai até a ressurreição, quando a voz de Jesus chamar aos que dormem no pó. “Sei de que estou falando. Experimentei o tempo em que me parecia estarem as ondas me submergindo; naquela ocasião senti que meu Salvador me era precioso. Quando meu filho mais velho me foi levado, foi muito grande o meu pesar, mas Jesus veio ao meu lado e senti a Sua paz. “E então, foi levado aquele que por trinta e seis anos estivera junto a mim. Havíamos labutado juntos, lado a lado, no ministério, mas tivemos que juntar as mãos do lutador e depô-lo a descansar na tumba silenciosa. De novo minha tristeza me pareceu grande demais, mas veio após a taça da consolação. Jesus me é precioso. Ele andou ao meu lado, e andará ao lado vosso. “Quando nossos amigos descem à sepultura, eles não nos parecem belos. Pode ser que levemos ao descanso nosso pai ou nossa mãe: quando ressurgirem, as rugas terão desaparecido, mas serão eles mesmos, e os reconheceremos. A mensagem acima foi enviada por Ellen White para confortar uma família enlutada pela perda de um parente. É uma mensagem apropriada também para nós hoje, que já tivemos que levar pai, mãe, filho, filha e amigos à tumba silenciosa. Mas isso será por pouco tempo. Logo, o Restituidor da vida virá. “Fluiremos então a plenitude da bem-aventurada e gloriosa esperança. Sabemos em quem temos crido. Não temos crido em vão, nem trabalhado inutilmente. Está perante nós uma rica e gloriosa esperança” (ibid., p. 352). REFLEXÃO: “Aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus” (Tt 2:13) |
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